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quarta-feira, novembro 04, 2009

Equipe de astrônomos descobre "galáxias" a SETE BILHÕES de anos-luz ! ! !

Astrônomos descobrem galáxias a 7 bilhões de anos-luz
Ter, 03 Nov, 04h59
Santiago do Chile, 3 nov (EFE).- Uma equipe de astrônomos descobriu um "gigantesco e desconhecido" conjunto de galáxias localizado a quase sete bilhões de anos-luz da Terra graças a uma combinação de imagens captadas por observatórios do Chile e di Japão.

Segundo o Observatório Europeu Austral (ESO, na sigla em inglês), foi possível identificar dezenas de grupos de galáxias que rodeiam o cúmulo principal, cada uma delas dez vezes mais maciças do que a Via Láctea, onde se encontra nosso planeta, e algumas até mil vezes mais maciças.

Dirigidos pelo astrônomo da ESO Masayuki Tanaka, os cientistas estimam que a massa do cúmulo corresponde a pelo menos dez mil vezes a massa da Via Láctea.

Em pesquisas anteriores, a equipe de Tanaka descobriu uma grande estrutura ao redor de um distante cúmulo de galáxias. Graças a uma nova combinação de imagens de dois grandes telescópios terrestres que mediram as distâncias de todas as galáxias, foi possível obter uma vista tridimensional da estrutura.

"É a primeira vez em que observamos uma estrutura tão rica e proeminente no universo distante", afirmou Tanaka, cujo estudo foi publicado no "Astronomy & Astrophysics Journal", em declarações divulgadas pelo ESO.

Em nosso entorno cósmico, as estrelas se formam nas galáxias e estas, por sua vez, formam grupos e cúmulos de galáxias em forma de filamentos.

O último filamento localizado está a cerca de 6,7 bilhões de anos-luz de distância da Terra e se estende por pelo menos 60 milhões de anos-luz.

A estrutura recém descoberta provavelmente se estende além do campo investigado pela equipe. Por isso, já foram planejadas novas observações para obter uma medida definitiva de seu tamanho, diz um comunicado do ESO. EFE


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sábado, setembro 12, 2009

Telescópio "HUBBLE",totalmente modernizado revela maravilhas CÓSMICAS !

"Hubble" revela maravilhas cósmicas !  !  !
Qua, 09 Set, 07h06
WASHINGTON (AFP) - O telescópio Hubble, totalmente modernizado, mostrou nesta quarta-feira uma série de imagens de maravilhas cósmicas com incrível nitidez, incluindo uma "borboleta" celestial e um "pilar da criação".

Veja as imagens no site da NASA

As 10 imagens foram as primeiras capturadas do espaço profundo obtidas pelo Hubble desde que sofreu reparos na missão realizada em maio passado, que instalou uma nova câmera e na qual outros instrumentos científicos foram reparados.

A foto com a forma de borboleta mostra uma nebulosa - nuvem de poeira estrelar e gás- criada pelos restos de uma estrela agonizante que, em algum momento, teve cinco vezes a massa do Sol.

A Nebulosa Borboleta ou as asas da "Bug Nebula" são na realidade o que a Nasa chama "caldeiras de gás" aquecidas a mais de (20.000 graus Celsius) que se deslocam pelo espaço a mais de 965.600 km/h.

"Isso marca um novo começo para o Hubble", ressaltou Ed Weiler, diretor associado da Agência Espacial Americana e responsável pelas missões científicas.

O telescópio, colocado em órbita em 1990, "foi totalmente modernizado e agora está mais poderoso do que nunca, com novos equipamentos que o permitirão se manter em operação durante a próxima década", indicou em um comunicado.

Os novos instrumentos permitem ao Hubble pesquisar o universo em uma extensa gama do espectro luminoso, que vai dos raios ultravioletas aos infravermelhos.




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terça-feira, maio 19, 2009

Reparos do "HUBBLE" concluídos p/ cinco astronautas !

Astronautas concluem reparos no telescópio Hubble
Seg, 18 Mai, 06h03
Depois de cinco dias de trabalho, os astronautas do ônibus espacial Atlantis encerraram hoje os reparos do telescópio Hubble e fecharam pela última vez as portas do observatório orbital, que nunca mais voltará a ser tocado novamente por mãos humanas, segundo os planos da agência aeroespacial americana (Nasa, na sigla em inglês). De acordo com a instituição, o telescópio espacial Hubble estará "melhor do que nunca" graças aos esforços dos astronautas, e poderá agora fornecer melhores imagens do universo pelos próximos cinco a dez anos.
Durante a última visita prevista ao Hubble, os astronautas equiparam o telescópio com instrumentos científicos de ponta e trocaram as baterias e os giroscópios. Os novos equipamentos, avaliados em US$ 220 milhões, permitirão ao equipamento obter imagens de lugares cada vez mais distantes do universo, chegando a 13 bilhões de anos, muito próximo de quando os cientistas acreditam que teria ocorrido o Big Bang.
A missão de reparo do Hubble, a quinta em 19 anos, termina cinco dias depois de seu início. "Este é um grande dia, de verdade", afirmaram diretores do Controle de Missão aos astronautas após o término da missão. O Hubble continua preso aos braços mecânicos do Atlantis e voltará a orbitar sozinho a Terra a partir de amanhã.



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sábado, maio 16, 2009

Astronautas da nave "ATLANTIS",consertaram câmara e instalaram "espectógrafo"

Washington, 16 mai (EFE).- Os astronautas da nave espacial "Atlantis" finalizaram hoje a terceira caminhada espacial da missão no telescópio Hubble, durante a qual consertaram uma câmera e instalaram um espectrógrafo novo.

A caminhada terminou às 17h11 (de Brasília), após 6h36min de trabalhos, durante as quais os astronautas John Grunsfeld e Andrew Feustel instalaram o Espectrógrafo de Origens Cósmicas, que permitirá detectar a luz de quasares distantes.

Com o instrumento, os cientistas esperam avançar no conhecimento de como as galáxias se formaram ou como surgem e mudam os elementos químicos.

O espectrógrafo, um equipamento avaliado em US$ 88 milhões, substituirá o aparelho conhecido como Costar (sigla para Substituição Axial de Correção Ótica do Telescópio Espacial.

O equipamento funcionava como uma lente de contato para os "olhos" do telescópio e foi instalado em 1993, depois que ficou claro, após o lançamento do Hubble, em 1990, que o aparelho tinha um problema em um de seus espelhos que o tornava "míope".

Os novos espectrógrafos já contam com mecanismos de correção próprios, o que tornava a lente desnecessária.

Embora os engenheiros da Nasa, a agência espacial americana, tivessem calculado que este seria o passeio espacial mais complicado da missão, a caminhada se desenvolveu sem incidentes e inclusive terminou pouco antes do previsto.

A parte mais complicada da operação se deu na reparação de uma câmera do telescópio, conhecida como Câmera Avançada para a Prospecção.

O equipamento foi instalado em 2002, mas há cinco anos um curto-circuito fez com que perdesse sua capacidade de observar as galáxias mais distantes.

Os especialistas da Nasa queriam aproveitar esta missão, a última tripulada ao Hubble, para consertar a câmera, embora o instrumento, de peças de tamanho muito reduzido não tenha sido desenhado para poder ser reparado no espaço.

Os dois astronautas substituíram sem problemas uma caixa de fusíveis e instalaram uma nova tomada de eletricidade.

Para isso, Grunsfeld teve que tirar 32 parafusos, com instrumentos desenhados especialmente para esta operação, antes de conseguir ter acesso ao interior da câmera.

Segundo disse em piada aos engenheiros no Centro Espacial Goddard, em Maryland (Estados Unidos), "esta atividade está dedicada a estudar o comportamento das porcas-anãs no espaço".

Os engenheiros, por sua vez, comprovaram que a máquina tinha voltado a funcionar perfeitamente após o reparo.

"É algo incrível", afirmou Grunsfeld.

Na sexta-feira, os astronautas Mike Massimino e Mike Good instalaram novos giroscópios e baterias no Hubble, e no dia anterior o telescópio já tinha recebido uma nova câmera e um novo computador.

As duas caminhadas foram mais complicadas que o previsto inicialmente, o que fez com que a Nasa permitisse hoje aos astronautas dormir uma hora extra.
Os trabalhos dos sete tripulantes da "Atlantis" serão concluídos amanhã com uma quarta caminhada espacial, antes que os astronautas iniciem a volta à Terra, na terça-feira.
Nessa caminhada, que começará às 10h16 (de Brasília), Good e Massimino repararão um segundo espectrógrafo e instalarão uma camada protetora do exterior do telescópio.
Com estas tarefas de reparação, a Nasa espera manter operacional o telescópio espacial durante um prazo de cinco a dez anos, no qual o Hubble poderá fornecer novos dados sobre dúvidas como a origem do universo ou a formação dos buracos negros. EFE



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quarta-feira, abril 22, 2009

Atronomia : Novo Planeta é achado "FORA" do sistema solar

Menor planeta fora do Sistema Solar é achado a 20,5 anos-luz
Ter, 21 Abr, 06h28
Por Alexia Vlahos

SANTIAGO (Reuters) - Cientistas que buscam planetas semelhantes à Terra anunciaram na terça-feira a descoberta do menor planeta já detectado fora do Sistema Solar - tem menos que o dobro do tamanho do nosso.

Esse exoplaneta (ou seja, que orbita uma estrela que não o nosso Sol) se chama Gliese 581e, por causa da estrela que ele orbita. Por seu tamanho relativamente pequeno, provavelmente se trata de um planeta rochoso, como a Terra, e não de um planeta gasoso, como Júpiter e Saturno, de acordo com os astrônomos.

"É o planeta mais leve detectado até agora fora do nosso sistema solar", disse em entrevista coletiva Gaspare Lo Curto, astrônomo da Organização Europeia para a Pesquisa Astronômica no Hemisfério Sul. "Não estamos distantes de encontrar um planeta como a Terra", acrescentou.

O ano em Gliese 581e dura apenas 3,15 dias terrestres, e o planeta está fora da chamada "zona habitável", onde haveria condições para a vida, segundo Lo Curto. Sua massa é equivalente a 1,9 vez a da Terra, e ele fica a 20,5 anos-luz.

Embora esse planetinha fique fora da zona habitável, o maior de três outros planetas previamente descobertos no mesmo sistema parece ficar dentro do trecho propício à vida.

"O planeta mais externo fica dentro do que se define como zona habitável, que é a zona onde poderia haver água em estado líquido na superfície do planeta", disse Lo Curto.

Os astrônomos usaram um telescópio de 3,6 metros do Observatório Paranal, em La Silla, cerca de 600 quilômetros ao norte de Santiago (Chile). As descobertas serão apresentadas também em uma reunião astronômica nesta semana na Grã-Bretanha.

Cerca de 340 exoplanetas já foram descobertos, a maioria gigantes gasosos com características semelhantes às de Júpiter e Netuno.




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