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domingo, janeiro 03, 2010

A vergonhosa chantagem de familiares brasileiros sobre uma criança INDEFESA

O Garoto Sean

Posted: 02 Jan 2010 07:55 PM PST

O Garoto Sean

O amor não se regozija com a injustiça, mas com a verdade!

Reinaldo Azevedo
Lamentável, deplorável, detestável — escolham aí os adjetivos desse paradigma — o carnaval promovido pelo ramo brasileiro da família do garoto Sean Goldman. Lamento: não há amor que justifique isso. ATÉ PORQUE O AMOR NÃO ESTÁ ACIMA DA LEI; O AMOR ESTÁ É EM OUTRO LUGAR. E, havendo amor, então é preciso que haja também bom senso. Estamos assistindo, com ampla cobertura de uma imprensa que, na média, também perdeu a medida, a uma espécie de concupiscência do sofrimento — um sentimento um tanto perigoso —, a que se somaram rasgos, calculem, de nacionalismo e até de teorias conspiratórias.
A presença desse menino do Brasil, contra a vontade de seu pai, de quem ele foi tirado, era SIMPLEMENTE ILEGAL. O Brasil já se viu na posição contrária e atuou para trazer de volta as suas crianças, e é o certo. É vexaminoso, se querem saber, que esse caso tenha chegado ao Supremo, o que pode ser atestado por qualquer pessoa com um conhecimento mínimo de direito. Lamento dizer que tenho minhas dúvidas se essa história teria chegado tão longe não fosse a fidalguia de uma das famílias envolvidas  — Lins e Silva, do padrasto do menino. Um padrasto, à altura em que estavam as coisas, em situação muito especial.
Vestir no garoto a camisa do Brasil, mimetizando um confronto entre países, é não só ridículo; é perverso também. Os parentes do menino que assim procederam imputaram-lhe perdas adicionais, não fosse a tristeza, natural, de se afastar das pessoas com as quais conviveu nos últimos cinco anos. O que pretendem? Que se sinta  para sempre estrangeiro em seu próprio país? Que resista a uma identidade a que tem direito? O apelo ao presidente Lula — e é chocante que alguns príncipes do direito tenham permitido tal investida — parece entender que o Brasil é um país sem leis, onde vigora a vontade do soberano; a verdadeira campanha que se desencadeou contra o ministro Gilmar Mendes — que decidiu segundo a lei — pretende pôr uma sombra de irracionalidade e emocionalismo numa decisão impecável. O que queriam as famílias Bianchi e Lins e Silva? Que as leis valessem para todos, menos para os fidalgos amorosos?
Vi a avó materna do garoto ontem na TV. Com a devida vênia, esta senhora está fazendo dumping de sofrimento. Mais do que ela, certamente sofre o menino Sean, submetido a um bombardeio emocional inacreditável, que só falta convocar a honra da pátria e acusar, sei lá, o imperialismo americano… Na TV, ela não teve dúvida: atacou Gilmar Mendes, COM TODA AQUELA AUTORIDADE E LICENÇA QUE AS PESSOAS QUE SOFREM TÊM PARA DIZER BOBAGENS E PARA SER INJUSTAS. E a televisão levou ao ar. E levará outras vezes. Porque isso é o filé das emoções baratas. Nem vou indagar se, fosse numa situação inversa, não estaria a pátria sendo igualmente mobilizada para trazer de volta um "brasileirinho". Ela deitou falação. E fomos informados que o ministro preferiu não comentar. COMENTAR O QUÊ?
Há um processo de criminalização no país de quem segue as leis. Os "sofredores" podem ir para a televisão, como verdadeiros aiatolás, e declarar uma fatwa contra a reputação de A ou de B; afinal, se eles sofrem, então estão necessariamente certos. E que se danem as leis, a Constituição, os tratados internacionais. Depois do "Direito Achado na Rua", chegou a hora do "Direito Achado nas Lágrimas". E ele dá, então, licença até mesmo para seqüestros amorosos.
Chamem Salomão! Tenho dúvidas sobre o que fariam alguns desses sofredores se o Rei mandasse cortar a criança ao meio… Se as leis não bastam aos inconformados, eu lhes recomendo o "Amor", aquele da Primeira Epístola de São Paulo aos Coríntios:
"O amor é paciente, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta."
É isto: O AMOR NÃO SE REGOZIJA COM A INJUSTIÇA, MAS COM A VERDADE!
Parem de expor essa criança em praça pública. Sejam mais comedidos. Sejam mais amorosos. Sejam menos soberbos e concupiscentes em seu sofrimento. E não peçam que o país revogue as leis e os tratados internacionais porque, afinal, vocês estão tristes. Não permitam que tanto afeto ajude a tornar muitos brasileiros ainda mais estúpidos. Deixem os holofotes de lado e se apeguem a São Paulo!
Divulgação: www.juliosevero.com

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domingo, outubro 18, 2009

Em Jundiaí (S.P.),mãe é presa p/ deixar os filhos sozinhos

Mãe é presa por deixar filhos sozinhos em Jundiaí-SP

Sáb, 17 Out, 07h45
Uma mulher de 22 anos foi presa em flagrante hoje, em Jundiaí (SP), depois de sair de madrugada e deixar os dois filhos sozinhos em casa. Um dos meninos têm 3 anos e o outro é um recém-nascido de dois meses.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a mãe saiu por volta de 1 hora e voltou às 3h30. Nesse período, uma vizinha encontrou as crianças chorando na rua e as levou para sua casa. A polícia foi chamada e a mãe seguiu para a delegacia da cidade.

A mulher teve fiança fixada em R$ 1.000. No entanto, como não teve condições de pagar, foi levada para a cadeia de Itupeva. O Conselho Tutelar foi acionado e os garotos foram encaminhados à uma casa transitória.




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segunda-feira, maio 25, 2009

Casal é preso no ES acusado p/ agressão à menina de OITO ANOS

Casal é preso, no estado do Espírito Santo acusado de agredir menina de 8 anos !
Dom, 24 Mai, 07h16
A mãe e o padrasto de uma menina de nove anos foram presos no Espírito Santo sob as acusações dos crimes de cárcere privado e lesão corporal contra a garota. Ela pesava apenas onze quilos e teria feridas espalhadas pelo corpo, além de marcas de queimaduras nas mãos e nas pernas. Os dois negam as acusações.
Segundo reportagem do jornal "A Gazeta", laudo preliminar do Departamento Médico Legal (DML) indica que a menina sofreu tortura. A casa onde a criança morava foi arrombada e ela foi resgatada na última sexta-feira, apresentando sinais de desnutrição. Na ocasião, moradores tentaram linchar os acusados e foram impedidos pela polícia.
Vizinhos afirmaram que a garota era constantemente agredida e passava fome. De acordo com depoimentos prestados na Delegacia de Jacaraípe, na cidade de Serra, testemunhas afirmaram que a menina já teve a cabeça enfiada no vaso sanitário. Surras com fios da rede elétrica seriam comuns. Um dos vizinhos relatou que a garota, que passava fome de dia, tinha o costume de pegar comida escondida à noite, quando todos na casa dormiam. Quando era flagrada, iniciava-se mais uma sessão de surras.
O pai da criança teria morrido de dengue. Ela agora está sob custódia do Conselho Tutelar da Serra.



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quinta-feira, maio 14, 2009

Pastor condenado a 15 anos de prisão por ter Abusado das TRÊS FILHAS

Pastor pega 15 anos de prisão por abusar de filhas na Argentina

1 hora, 37 minutos atrás
Buenos Aires, 14 mai (EFE).- A Justiça da província argentina de Misiones condenou a 15 anos de prisão um pastor evangélico por ter abusado de forma contínua de suas três filhas

A sentença foi dada pelo tribunal penal da cidade de Oberá, 1.150 quilômetros a nordeste de Buenos Aires, após um julgamento que se estendeu por dois anos.

O caso se tornou público em 2007, quando o pastor, de 42 anos e que estava à frente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, foi denunciado por sua mulher, a quem as filhas confessaram que tinham sido abusadas reiteradas vezes pelo pai.

O pastor foi imediatamente detido e esperou nessa condição o julgamento, que aconteceu a portas fechadas.

Fontes judiciais disseram que as filhas do homem condenado declararam não guardar rancor do pai, que, por sua vez, reiterou inocência. O pastor diz que foi acusado pela família apenas para que ficassem com seus bens. EFE




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terça-feira, maio 12, 2009

Homem,mata a filha,fere a "ex" e se suicida no interior de S.Paulo

Homem mata filha, fere ex e se suicida no interior de SP

Um rapaz atirou contra a ex-mulher e a filha, e depois cometeu suicídio, na noite de ontem, em Santa Cruz das Palmeiras, na região de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. A ex-mulher Ana Célia Alves da Silva, de 25 anos, ficou gravemente ferida e a filha, Letícia, de 6, morreu. Depois, Edvandro Ferreira Braga fugiu para um matagal e atirou contra a própria cabeça. Segundo informações da Polícia Civil, o crime teria sido premeditado, pois ele deixou uma carta para a menina, que teria sido atingida num descuido. No bilhete, Braga pedia desculpas e informava ter deixado algum dinheiro à filha. A Polícia investiga o caso e ouvirá parentes.

A Polícia Militar foi acionada por vizinhos e prestou socorro. Ana Célia foi internada e está em estado grave, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital de Mogi Guaçu. Já Letícia, morreu no Hospital Maternidade Coronel Juca Ferreira. Braga chegou a ser levado à Santa Casa, mas também não resistiu.


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terça-feira, abril 14, 2009

Na FRANÇA : casal acusado de agredir e privar de alimentação seus OITO FILHOS

Casal é acusado de agredir e privar de alimentação seus oito filhos na França
38 minutos atrás
PERPIGNAN, França (AFP) - Um casal de cerca de 50 anos foi acusado no sul da França de maus-tratos e de "agressões habituais" contra seus oito filhos, dos quais dois adolescentes pesando apenas 22 quilos, anunciou nesta terça-feira a justiça.

Colocados em prisão preventiva no sábado, os pais, de 49 e 50 anos, foram acusados de privação de alimentos e de cuidados a ponto de terem comprometido a saúde das crianças, explicou o procurador encarregado do caso, Jean-Pierre Dréno.

Eles também são processados por terem cometido agressões habituais contra os filhos, acrescentou Dréno durante uma entrevista coletiva à imprensa.

Os policiais foram no sábado à residência do casal em Banyuls-sur-Mer (sul), depois de terem sido informados de que um dos filhos, um menino de 13 anos, medindo 1,65 m e pesando apenas 32 kg, havia sido encontrado revirando lixeiras à procura de comida.

A criança tinha sinais de agressão no rosto e nos braços. Duas filhas do casal, de 15 e 13 anos, pesavam somente 22 kg, segundo os investigadores.

Durante a sua prisão preventiva, o pai, um francês de origem marroquina, muçulmano fervoroso, teria dito que o emagrecimento era um sinal da educação bem-sucedida de seus filhos e que seria preciso purificá-los.

Três das oito crianças vivem na casa da família, as mais desnutridas, foram hospitalizadas. Uma psicóloga foi acionada para as crianças, que têm de 7 a 17 anos.

Um nono filho do casal, maior de idade, não vive mais na casa dos pais.


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segunda-feira, março 23, 2009

Prisão dos NARDONI provoca controvérsia,após um ano!

Um ano depois, prisão dos Nardoni provoca controvérsia
1 hora, 45 minutos atrás
O caso Isabella Nardoni vai completar um ano e ainda provoca controvérsias. Dos 12 especialistas do meio jurídico consultados pela reportagem sobre a prisão do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, oito são a favor de que os réus continuem presos mesmo antes de ser julgados. E quatro são contra. O pai e a madrasta de Isabella são acusados de matar a menina, de 5 anos, na noite de 29 de março de 2008. Eles estão presos há 10 meses e 16 dias, em presídios em Tremembé, no interior de São Paulo.
O juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri, autor da decisão, justifica a necessidade da prisão para garantir a ordem pública e assegurar a fase de instrução do processo. A ação está parada no Tribunal de Justiça (TJ) e aguarda o julgamento de um recurso pedido pela defesa, o que deverá ocorrer amanhã. Os réus já perderam 11 decisões de habeas corpus nas três instâncias da Justiça. Eles alegam inocência.
Entre aqueles que são a favor da prisão do casal está o desembargador do TJ e presidente da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis), Nelson Calandra. "Há fortes indícios contra eles, provas robustas. E o processo com o réu preso tem prioridade na Justiça." O desembargador Antonio Carlos Malheiros lembra da importância da garantia da "manutenção da ordem pública", além de outros dois itens: a possibilidade de fuga e coação de testemunhas ou alteração de provas.
Entre os quatro que se manifestaram contra a prisão está o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SP), Luiz Flávio D'Urso. Ele acredita que a prisão era desnecessária desde o começo. Segundo D'Urso, o casal não tentou fugir, a instrução do processo (depoimentos e debates) terminou e eles não têm como atrapalhar coleta de provas e coagir testemunhas. "Pelas leis brasileiras, a prisão é a exceção da exceção." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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quinta-feira, março 19, 2009

Pai,estuprador da própria filha e assassino do filho, é condenado à prisão perpétua !

Austríaco Fritzl pega prisão perpétua por estupro e assassinato
Qui, 19 Mar, 01h10
ST. POELTEN, Áustria (Reuters) - O austríaco Josef Fritzl foi condenado nesta quinta-feira à prisão perpétua em um hospital psiquiátrico por manter em cativeiro e estuprar a filha em um porão durante 24 anos, ter sete filhos com ela e causar a morte de um deles, ainda recém-nascido.

"Eu aceito o veredicto", disse o austríaco, de 73 anos, após a decisão unânime do júri, composto por três homens e cinco mulheres, no tribunal de St Poelten, a oeste de Viena. A Promotoria também aceitou a decisão dos jurados, o que significa que não haverá recurso.

Autoridades do tribunal disseram que Fritzl voltará à cela da prisão local enquanto aguarda transferência para uma instituição destinada a condenados com problemas psiquiátricos, onde será submetido a tratamento.

As condições de Fritzl poderão ser reavaliadas em 15 anos e, em teoria, se ele for considerado recuperado poderá ser solto, acrescentaram as autoridades. Mas tanto Fritzl como seu advogado disseram esperar que ele passe o resto de sua vida encarcerado.

Fritzl havia se declarado culpado de incesto, estupro, escravidão, coerção e homicídio, além de negligência pela morte de um recém- nascido. Inicialmente, ele negou as acusações de assassinato e escravidão, mas reverteu seu depoimento após assistir ao depoimento em vídeo de 11 horas de sua filha Elisabeth, exibido no tribunal na terça-feira.

O engenheiro aposentado foi considerado culpado de assassinato do bebê, a acusação mais grave, porque ele não buscou ajuda, apesar de saber que a criança corria risco de morte.

"Não posso fazer mais nada em relação (ao que aconteceu)... Lamento isso do fundo de meu coração", disse Fritzl em sua declaração final em seu julgamento, que durou quatro dias.

O advogado de Elisabeth disse que as declarações de Fritzl não parecem ser sérias, sugerindo que o réu estaria apenas buscando uma sentença mais branda.

O advogado de defesa Rudolf Mayer confirmou relatos de que Elisabeth teria comparecido ao julgamento na terça-feira e disse que Fritzl ficou "arrasado" quando a viu na galeria no momento em que o vídeo estava sendo exibido.

Mayer disse que não teve envolvimento nenhum com a mudança de atitude de Fritzl, que decidiu se confessar culpado de todas as acusações.

Em seu argumento de encerramento, a promotora-chefe, Christiane Burkheiser, disse que Fritzl degradou Elisabeth "para uma condição de dependência total e a tratou como sua propriedade".

"AGONIA DE MORTE"

Ela disse que Fritzl cometeu assassinato porque teve 66 horas nas quais poderia ter procurado assistência médica para seu filho recém- nascido, cujos problemas respiratório foram causados em parte pelo fato de o cordão umbilical ter ficado enrolado em seu pescoço, mas que não fez nada e deixou o menino morrer, ciente do que estava acontecendo.

"Ele não apenas viu, mas ouviu a agonia de morte do bebê durante 66 horas", disse Burkheiser.

Mayer argumentou que Elisabeth não descreveu a luta do recém-nascido para viver no diário que escreveu na cela.

Burkheiser também disse que Fritzl demonstrou possuir "habilidade inacreditável de manipulação", por exemplo ao atrair sua filha para o porão, fazendo de conta que precisava de ajuda para carregar uma porta.

"Não se deixem ser enganados, como Elisabeth foi enganada 24 anos atrás", disse a promotora, referindo-se à confissão feita por Fritzl na quarta-feira.

Eva Plaz, a advogada de Elisabeth, disse que a confissão de culpa de Fritzl não deve ser interpretada como sinal de remorso.
"Ninguém conhece o réu tão bem quanto minha cliente (Elisabeth). Posso afirmar que o que vocês ouviram ontem não foi uma confissão. Por que apenas ontem ele mudou de idéia?", questionou a advogada.
Com expressão sombria, Fritzl chegou ao tribunal na quinta-feira para a última sessão do julgamento cercado por uma dúzia de policiais. Ele vestia o mesmo terno cinza amassado, com camisa e gravata azuis.
Promotores disseram que as crianças que cresceram no cativeiro nunca tinham visto a luz do dia e eram obrigadas a assistir a Fritz estuprando a mãe delas repetidas vezes.
"A necessidade básica dele era de poder. É uma necessidade de dominação, de poder, de controle", disse em seu depoimento a psiquiatra Adelheid Kastner.
Os abusos cometidos por Fritzl vieram à tona em abril do ano passado, quando ele levou a filha mais velha que teve com Elisabeth ao hospital, depois de ela ficar gravemente doente.
Elisabeth e seus seis filhos, que tinham entre 5 e 19 anos quando o cativeiro foi descoberto, e três dos quais viveram no cativeiro desde que nasceram, hoje estão em local não identificado, com identidades novas.
Três das crianças foram criadas na parte superior da casa por Fritzl e sua esposa Rosemarie, depois de Fritzl ter dito às pessoas que Elisabeth entrara para uma seita e abandonara seus filhos.



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Recem nascido em voo,é abandonado p/ mãe ! ! !

Mulher dá à luz em voo e abandona bebê no avião na Nova Zelândia
Qua, 18 Mar, 11h09
Sydney (Austrália), 19 mar (EFE).- Uma mulher deu à luz em um voo da companhia Pacific Blue entre Apia (Samoa) e Auckland (Nova Zelândia) e abandonou no avião o recém-nascido, que acabou sendo encontrado por outros passageiros na hora do desembarque, informou um porta-voz do aeroporto neozelandês.

A Polícia, que não informou o sexo do bebê nem a identidade da mãe, investiga o possível abandono, conforme noticiou a agência neo-zelandesa "NZPA".

As autoridades locais encontraram a mãe minutos depois da aterrissagem e a levaram junto ao filho a um hospital, onde ambos se encontram bem.

A Polícia questiona como pode ser possível que a tripulação e os demais passageiros não tenham percebido o parto e abriu uma investigação para determinar as circunstâncias do ocorrido. EFE


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