Mostrando postagens com marcador Pesquisa em Medicina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pesquisa em Medicina. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, dezembro 31, 2009

Gripe suína, a primeira pandemia do século XXI, já matou 10 mil

Seg, 21 Dez, 09h40
PARIS (AFP) - A gripe suína, provocada pelo vírus H1N1, que se converteu na primeira pandemia do século XXI após ter sido detectada, em março de 2009, no México e nos Estados Unidos, já deixou 10 mil mortos, um número inferior ao previsto, em meio a uma intensa mobilização mundial.
O H1N1 matou 10.582 pessoas, em 208 países, segundo os números divulgados em 18 de dezembro pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que em junho passado declarou o mundo em estado de pandemia.
A gripe suína, detectada no final de março no México, se alastrou rapidamente, afetando especialmente o continente americano, onde provocou 6.335 mortes até meados de dezembro.
"Na zona tropical da América Central, América do Sul e Caribe, a transmissão da gripe se manteve em todas as regiões, mas está em declínio", revelou a OMS há uma semana.
Segundo dados da Organização Pan-Americana de Saúde (OPS), no continente americano os Estados Unidos lideram a lista de óbitos por gripe suína, com 1.929 mortes, seguido por Brasil, 1.528, México, 687, Argentina, 613, Canadá, 357, Peru, 192, Colômbia, 163, e Chile, 140.
A gripe suína ataca duramente os que já sofrem de outras doenças e também provoca "uma taxa de mortalidade pouco comum entre os jovens, incluindo os que gozam de boa saúde", destaca o especialista francês Antoine Flahaut.
Segundo a doutora Isabelle Nutall, da OMS, "está claro que não estamos diante de um vírus tão mortífero como o da gripe aviária".
De acordo com a OMS, a gripe suína retrocede em "ao menos dez países de Europa ocidental e do norte", mas segue avançando na República Tcheca, Estônia, Hungria, Montenegro, Suíça e em algumas regiões da Rússia.
"É a primeira vez que enfrentamos um problema semelhante em nível mundial. Esta mobilização nos permitiu elaborar uma vacina em tempo recorde", disse a doutora Sylvie Briand, chefe do departamento gripe da OMS.
De fato, mais de 150 milhões de doses da vacina contra o vírus H1N1 foram distribuídas em cerca de 40 países, segundo o doutor Keiji Fukuda, número dois da OMS.
Os Estados Unidos lançaram sua campanha em outubro, com 40 milhões de doses, e a França contava com 94 milhões de doses da vacina em novembro.
A América Latina, que segundo a OPS necessita de 200 milhões de doses para atender à população mais vulnerável, poderá contar com estas vacinas no início do ano.
Obesos, grávidas e idosos com mais de 65 anos são os mais vulneráveis à gripe.
A OMS afirma que o Tamiflu ainda é a droga mais eficaz para "reduzir e prevenir formas graves da gripe" suína, cujo vírus já apresentou mutações no Brasil, Noruega, China, França, Itália, México, Japão, Ucrânia e Estados Unidos.
"Há que permanecer alerta e não baixar a guarda", advertiu Isabelle Nutall, lembrando que "o vírus da gripe é totalmente imprevisível".
No próximo ano poderá reaparecer com uma forma mais mortífera, disse John Oxford, professor de virologia no Royal London Hospital.


O Novo Windows 7 funciona como você quer. Clique para conhecer!

quinta-feira, novembro 19, 2009

OMS nega que vacina contra gripe H1N1 tenha matado 41 pacientes

Por AE-AP, Agencia Estado, Atualizado: 19/11/2009 18:19

OMS nega que vacina contra gripe tenha matado 41

A Organização Mundial da Saúde (OMS) descartou hoje que a vacina contra a gripe suína tenha sido a causa das mortes de 41 pessoas que foram imunizadas contra o vírus H1N1.

A chefe da vacinação da OMS, Marie-Paule Kieny, disse que as mortes foram investigadas pelas autoridades de saúde e não foram provocadas pela vacina. Segundo ela, outros óbitos estão sob investigação.

A porta-voz da OMS Nyka Alexander disse que as 41 mortes examinadas aconteceram em seis países. Ela não soube informar quantos óbitos continuam sob investigação.

Especialistas em saúde têm monitorado a segurança da nova vacina contra a pandemia de Influenza A, que é ministrada a milhões de pessoas no mundo inteiro.

Kieny disse que apenas uma pessoa a cada 10 mil que foram vacinadas mostrou reação ao medicamento. Cinco em cada 100 reações foram sérias, disse.


A vida na frente do computador ficou mais simples: Chegou Windows 7! Clique e Conheça

sábado, novembro 07, 2009

EUA : peso alto é vinculado a milhares de casos de câncer

EUA: peso alto é vinculado a milhares de casos de câncer
Sex, 06 Nov, 05h23
WASHINGTON, EUA (AFP) - Mais de 100.000 casos de câncer por ano nos Estados Unidos estão ligados à obesidade ou ao excesso de peso, segundo um informe do American Institute for Cancer Research divulgado nesta sexta.

Os cientistas determinaram que o excesso de gorduras corporais era responsável por 49% dos casos de câncer uterino; 35% de esôfago; 28% de pâncreas; 24% de mama; 21% de vesícula; 17% de tumores cancerosos do peito e 9% dos casos de câncer colorretais.

"Sabemos agora que o excesso de peso desempenha papel básico num grande número dos cânceres mais comuns", destacou o médico Laurence Kolonel, um dos autores do informe.

Embora a medicina não tenha estabelecido firmemente por que a obesidade aumenta o risco de câncer, os cientistas acreditam que uma quantidade maior de estrógenos produzidos pela gordura poderia ser o dispositivo desencadeador, em particular para os tumores mais sensíveis a este hormônio, como os de mama.


Chegou o Windows 7. Deixe seu computador mais simples e fácil. Clique para conhecer.

sexta-feira, outubro 30, 2009

Quênia fará 1º censo de homossexuis ds África

Quênia fará 1º censo de homossexuais da África

Quênia fará 1º censo de homossexuais da África

""

O Quênia anunciou que vai realizar o primeiro censo de homossexuais de uma nação africana, como parte dos esforços para conter o avanço da Aids no país.
O anúncio causou controvérsia, já que o homossexualismo é ilegal no país. Analistas dizem que, já que ser gay no Quênia pode acarretar em penas de até 14 anos de cadeia, é improvável que o censo colete números precisos.
Ainda assim, o chefe do programa queniano de prevenção à Aids, Nicholas Muraguri, disse à BBC que o governo precisa dialogar com a comunidade gay.
"Os quenianos não podem se dar ao luxo de dizer que a comunidade gay está isolada em um canto, eles são parte de nossas vidas", disse ele.
"Precisamos chegar a este grupo com informações e serviços para que eles saibam como se proteger de infecções."
Avanços
Muraguri reconheceu que, devido à ilegalidade do homossexualismo, a estimativa deve ser imprecisa.
Entretanto, ele acredita que qualquer indicação mais clara que a atual sobre o número de gays no país seria de grande ajuda para campanhas de prevenção da Aids.
O chefe do programa queniano de prevenção à Aids disse que, na pesquisa, existe a expectativa de que gays indiquem outros homossexuais. Seriam ainda realizados testes de HIV e distribuída informação sobre práticas sexuais seguras.
O censo deve ter início em junho do ano que vem.
Sem conhecimento
O ativista queniano dos direitos gays Peter Njoroge disse acreditar que a contagem ajudará no combate à Aids.
"A maioria na comunidade gay acha que fazer sexo com homens é seguro. Não há informações sobre práticas seguras", disse.
Gays no Quênia disseram à BBC que querem colaborar, desde que se suas identidades sejam mantidas em sigilo.
Analistas dizem que o Quênia vem fazendo progresso na luta contra a Aids.
No final da década de 90, uma em cada dez pessoas chegaram a ser portadores do vírus HIV. Atualmente, a proporção é de apenas 6%.


Você sabia que pode utilizar o Messenger de qualquer tipo de celular? Saiba mais.

quinta-feira, outubro 29, 2009

Centro de estudos de criminologia do King's college : Alcool e Tabaco

Álcool e tabaco seriam mais perigosos que ecstasy e LSD
Qui, 29 Out, 02h33
LONDRES, Reino Unido (AFP) - O álcool e o tabaco são muito mais perigosos que o ecstasy, a canabis ou o LSD, afirmou o principal assessor do governo britânico para questões de drogas, em um polêmico relatório divulgado nesta quinta-feira.

O professor David Nutt, que também preside o Conselho Consultivo sobre o Abuso de Drogas, afirma que fumar maconha cria apenas um "risco relativamente pequeno" de causar uma enfermidade psicótica, comparado, por exemplo, com o risco de fumantes padecerem de câncer de pulmão.

Seu estudo, elaborado para o Centro de Estudos de Criminologia e Justiça do King's College de Londres, propõe que todas as drogas, legais e ilegais, deveriam ser hierarquizadas de acordo com um índice de danos causados.

Em sua classificação, o álcool seria a quinta substância mais maléfica para o organismo, depois da heroína, da cocaína, dos barbitúricos e da metadona. O tabaco ocuparia o nono lugar, à frente da canabis (11º), do LSD (14º) e do ecstasy (18º).

"Ninguém está sugerindo que as drogas não fazem mal. É uma questão de escala e grau", explicou Nutt, catedrático de neuropsicofarmacologia do Imperial College de Londres.

"Precisamos de um debate madura sobre o que buscam as leis sobre drogas, e se estão cumprindo sua função", acrescentou.

O professor criticou a decisão do governo britânico de elevar novamente a maconha para a categoria de "droga branda" (categoria B) - segunda depois da "droga pesada" (categoria A) -, depois de tê-la rebaixado para a categoria C (tranquilizante).

O sistema britânico de três categorias, no entanto, serve essencialmente para indicar as penas determinadas para usuários e traficantes cada tipo de droga.

"Acho que temos que aceitar que as pessoas jovens gostam de experimentar - com drogas e outras atividades potencialmeente danosas - e que o que deveríamos fazer com tudo isto é protegê-los do dano nesta etapa de suas vidas", ressaltou Nutt.

"Temos que fornecer informação mais exata e crível (...). Se eles acham que assustar os jovens vai fazer com que não consumam drogas estão provavelmente equivocados", sugeriu.




Você sabia que pode utilizar o Messenger de qualquer tipo de celular? Saiba mais.

domingo, outubro 25, 2009

Estudo sobre cirurgia no cérebro poderá curar as "nxaquecas"

Estudo mostra que cirurgia pode curar "enxaquecas"
Sáb, 24 Out, 05h58
Washington, 24 out (EFE).- Um procedimento cirúrgico em determinadas áreas do cérebro pode curar as dores de cabeça, afirma um estudo apresentado hoje perante a reunião anual da Sociedade de Cirurgiões Plásticos dos Estados Unidos, em Seattle.

Os especialistas explicaram que muitos dos 79 pacientes que fizeram a operação há cinco anos mostram agora que estão curados do problema, que nos EUA atinge cerca de 30 milhões de pessoas.

A enxaqueca é uma forte dor de cabeça e as pessoas que sofrem do problema são sensíveis à luz e ao barulho. Geralmente têm também crises de enjoo e vômito.

Segundo os resultados da análise final do estudo, depois da intervenção cirúrgica apenas dez pacientes precisaram de uma segunda operação.

Dos 69 restantes, 61 tiveram uma reação positiva à operação e 20 tiveram totalmente eliminada a enxaqueca.

Em 41 houve uma redução considerável do problema e só oito experimentaram menos de 50% de melhora nas dores de cabeça.

O relatório aponta que os números constituem uma prova contundente de que a operação em um ou mais pontos do cérebro que geram a dor de cabeça pode eliminar, curar ou reduzir a frequência, duração e intensidade do problema.

"A opção cirúrgica dá uma esperança aos sofrem de enxaqueca", assinalou Bahman Guyuron, diretor do Departamento de Cirurgia Plástica da Escola de Medicina da Universidade Case Western Reserve. EFE




Novo Internet Explorer 8: traduza com apenas um clique. Baixe agora, é grátis!

sexta-feira, outubro 16, 2009

Pesquisadores afirmam : "A gripe H1N1, pode matar muito rápido"

Por Reuters, reuters.com, Atualizado: 16/10/2009 20:21

Gripe H1N1 pode matar muito rápido, dizem pesquisadores

Por Maggie Fox
WASHINGTON (Reuters) - O novo vírus da gripe H1N1 está "atacando de modo diferente" das gripes sazonais, matando mais jovens do que as gripes comuns e, frequentemente, matando-os com muita rapidez, disseram dirigentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira.
Uma análise de estudos feitos nos sete meses de circulação do vírus H1N1, também conhecido como gripe suína, mostra que normalmente ele é brando, mas pode causar sintomas severos e incomuns em algumas pessoas, segundo um encontro promovido pela OMS em Washington nesta semana.
"Participantes que lidaram com casos como esses concordam que o quadro clínico em casos graves é claramente diferente do padrão da doença visto durante as epidemias sazonais de gripe", disse o doutor da OMS, Nikki Shindo, durante o encontro.
A gripe H1N1 foi declarada uma pandemia em junho e está se espalhando globalmente. A OMS parou de contar os casos, já que não há testes suficientes para diagnosticar todas as pessoas doentes.
Também nesta sexta-feira, a doutora Anne Schuchat, do Centro para Prevenção e Controle de Doenças, dos Estados Unidos, disse que 86 crianças norte-americanas morreram de gripe H1N1, a maioria com idades entre 5 e 17 anos, grupo que normalmente escapa de sérias epidemias de gripe.
Normalmente, a influenza é uma doença do trato respiratório superior, afetando nariz e garganta. Mas o H1N1 vai mais além, atingindo os pulmões.
Shindo disse que a OMS está se empenhando em compreender quais são os fatores de risco para uma séria irrupção de gripe
H1N1.
"Embora o exato papel da obesidade seja pouco compreendido no momento, a obesidade, e especialmente a obesidade mórbida, foi amplamente constatada em um grande número de casos severos e fatais", disse Shindo. "A obesidade não havia sido reconhecida como um fator de risco em epidemias passadas ou gripes sazonais."
(Reportagem adicional de Julie Steenhuysen, em Chicago)


Novo Internet Explorer 8: faça tudo com menos cliques. Baixe agora, é gratis!

segunda-feira, outubro 05, 2009

Nobel de medicina conquistado p/ três cientistas 1 ! !

Três cientistas dos EUA conquistam Nobel de medicina
Seg, 05 Out, 07h21
ESTOCOLMO (Reuters) - Três cientistas dos Estados Unidos venceram o Nobel de medicina ou fisiologia pela descoberta de como os cromossomos são copiados e protegidos contra a degradação, informou o instituto que concede o prêmio nesta segunda-feira.

Elizabeth Blackburn, australiana de nascimento, Jack Szostak, britânico de nascimento, e Carol Greider conquistaram o prêmio de 10 milhões de coroas suecas (1,42 milhão de dólares), informou o Instituto Karolinska.

O instituto afirmou que os três cientistas "resolveram um grande problema da biologia", ao determinarem como os cromossomos são copiados completamente durante a divisão celular e protegidos contra a degradação.

Tradicionalmente a medicina é a primeira área a receber o prêmio Nobel todos os anos. Os prêmios por conquistas nas áreas de ciência, literatura e paz foram entregues pela primeira vez em 1901, de acordo com a vontade do empresário e inventor da dinamite Alfred Nobel.


Você sabia que pode utilizar o Messenger de qualquer tipo de celular? Saiba mais.