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sexta-feira, dezembro 11, 2009

FW: Ex-líder gay de jovens ressurge para contar seu dramático testemunho de conversão

 

Date: Fri, 11 Dec 2009 13:35:49 +0000
Subject: Ex-líder gay de jovens ressurge para contar seu dramático testemunho de conversão
From: juliosevero@gmail.com
To: enepejota@hotmail.com

Ex-líder gay de jovens ressurge para contar seu dramático testemunho de conversão


Ex-líder gay de jovens ressurge para contar seu dramático testemunho de conversão

Posted: 11 Dec 2009 12:02 AM PST

Ex-líder gay de jovens ressurge para contar seu dramático testemunho de conversão

Patrick B. Craine
11 de novembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Dois anos atrás Michael Glatze provocou ondas de choque em toda a elite homossexual quando declarou publicamente que ele havia abandonado sua vida como proeminente ativista homossexual, se tornado cristão e abraçado a "sexualidade humana normal".
Contudo, depois de ser vítima de intensas críticas e zombaria após sua conversão, Glatze decidiu "se retrair", "ficar em silêncio" e "se preparar" por um tempo, mas agora diz que se sente compelido a dar seu testemunho de novo. Numa entrevista com LifeSiteNews.com (LSN), Glatze disse que, longe de ter voltado a seu velho estilo de vida (como muitos de seus críticos da comunidade homossexual disseram que ele faria), ele está "extremamente feliz, e apto a ter uma vida muito boa, normal e saudável".
Glatze começou a se identificar como homossexual com a idade de 20 anos. Depois disso ele fundou uma popular revista homossexual para jovens — Young Gay America — com pouco mais de 20 anos, e se tornou uma fonte para os meios de comunicação nacionalmente reconhecida em questões homossexuais aos 30 anos.
Durante esse tempo, porém, ele começou a ter dúvidas sobre a homossexualidade, e em 2005, depois de uma década trabalhando no movimento homossexual, ele desistiu de tudo, decidindo que era "errado e imoral". Pouco antes de deixar sua posição na revista, conforme ele relatou em 2007 quando revelou pela primeira vez acerca de sua conversão, ele escreveu em seu computador de escritório: "Homossexualidade é morte, e eu escolho vida".
Depois de anunciar sua conversão, Glatze diz que foi "duramente criticado por pessoas que não me conheciam ao ponto em que eu precisava me retrair, para entender melhor tudo o que eu estava discutindo".
"A fúria que vem dos indivíduos 'gays' contra pessoas como eu pode ser cruel e vil, e pode machucar", ele disse para LSN. "Eles não param por nada para fazer me sentir envergonhado por minha atual posição acerca da homossexualidade, e tentar me fazer duvidar do que experimentei em minha vida".
"Cheguei ao ponto em que decidi ficar em 'silêncio', e recusar ofertas para falar, e me preparar", disse ele.
Desde então ele diz que "está confiando em Deus, e somente em Deus". "Venho adorando viver uma vida relativamente normal", disse ele. "Vou à igreja. Tenho namorado moças. E, continuo a entender as ramificações do pecado homossexual de forma cada vez mais profunda, e à medida que encontro outros presos nesse pecado, aprendo mais sobre a natureza humana, e observo minhas próprias experiências — comparando-as com o modo como eu poderia ter respondido ou reagido em certas situações apenas alguns anos atrás".
Agora pronto para compartilhar seu testemunho de novo, ele diz que insiste em fundamentar sua identidade em Deus, em vez de se definir de acordo com sua condição de "ex-gay". "Não quero ser algum tipo de porta-voz que faz essa questão parecer exagerada acerca de mim", ele explicou.
"Há inúmeras pessoas que saíram do estilo de vida homossexual com êxito, largaram os hábitos do pecado homossexual e que têm vidas felizes e saudáveis", ele continuou.
Ele diz que foi edificado por "muitos, muitos e-mails de pessoas de várias partes do mundo que se identificaram com meu testemunho… que me incentivaram a prosseguir nesta caminhada, que estão felizes, que abandonaram a homossexualidade, deixando-a bem para trás, que têm filhos e que têm belas esposas".
"Parte do problema em 'divulgar o testemunho' é que estamos realmente apenas falando sobre a experiência humana normal", disse ele. "Não é o tipo de coisa onde você sente a necessidade de investir horas de sua vida, correr e gritar 'Gente, vocês precisam respirar o ar!'"
A verdade é "óbvia", explicou ele. "A heterossexualidade é a sexualidade humana normal, enquanto a homossexualidade é um desvio. Essas são coisas óbvias. O que é tão inovador é o modo como os ativistas estão tendo sucesso em turvar a realidade".
"Penso que enquanto os meios de comunicação perpetuarem o mito de que a homossexualidade não pode ser curada… quero continuar a espalhar a mensagem da verdade em oposição a essa mentira", disse ele, "sustentado pelo fato de que estou mais feliz, mais confiante e muito mais saudável — e muito, muito menos gay — desde 2007 e os anos anteriores".
(Leia por você mesmo uma coluna de Glatze.)
Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/nov/09111207.html
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segunda-feira, outubro 12, 2009

Homossexuais na política ada Alemanha tornou-se comum( ?! )

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http://noticias

Alemanha | 11.10.2009

Presença de homossexuais na política tornou-se comum na Alemanha

 

Caso Guido Westerwelle venha a se tornar ministro alemão do Exterior, ele será o primeiro homossexual assumido a ocupar esse cargo na Alemanha, onde políticos gays deixaram de ser sensação. Mas existem reservas.

 

Ele ainda não é, mas tudo indica que o presidente do Partido Liberal Democrata (FDP), Guido Westerwelle, será o próximo ministro alemão das Relações Exteriores. Ele, que também lidera a bancada parlamentar do FDP, seria então o primeiro homossexual assumido no posto de chefe da diplomacia do país.

Trata-se de um tema que, na Alemanha, deixou de ser motivo de grandes discussões, já que a presença de gays na política do país há muito se tornou comum. Isso não significa, todavia, que a homossexualidade seja aceita em todas as esferas da vida. Preconceitos e até mesmo agressões a lésbicas e gays também pertencem ao cotidiano alemão.

"Cult" na Alemanha

Wowereit: 'Sou gay e está bem assim'Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  Wowereit: 'Sou gay e está bem assim'

Já há oito anos, o prefeito de Berlim, Klaus Wowereit, é o gay mais popular da Alemanha. Na convenção de seu partido, em 2001, o político social-democrata tornou pública sua orientação sexual. Assim, ele se antecipou, provavelmente, a jornalistas da imprensa marrom que explorariam de forma sensacionalista sua preferência por homens.

"Para que não surjam confusões, caros companheiras e companheiros, eu digo a vocês e àqueles que ainda não souberam: sou gay, e está bem assim", declarou Wowereit na ocasião.

A confidência de Wowereit já se tornou, há muito, cult na Alemanha e pode ser considerada um divisor de águas no tratamento do tema tabu da homossexualidade. Naturalmente, ainda existem reservas, mas a grande maioria da sociedade não tem nenhum problema com personalidades da atualidade que não escondem sua orientação sexual.

Levantando bandeira

Wowereit é presença assídua na parada em comemoração o Dia do Orgulho Gay – ou Christopher Street Day (CSD) – em Berlim, quando é lembrado mundialmente o violento ataque aos gays em Nova York, em 1969 – e, sobretudo a reação destes. Por ocasião da parada realizada anualmente no verão europeu, a bandeira do arco-íris, símbolo do movimento homossexual, é hasteada naturalmente em frente à Rotes Rathaus, o prédio da prefeitura da capital alemã.

Já por motivos de protocolo, deve-se descartar a possibilidade de a bandeira do arco-íris ser hasteada também em frente do edifício do Ministério alemão das Relações, caso o mandatário da pasta se chame Guido Westerwelle.

Mas também como ministro do Exterior, o político liberal lidaria de forma autoconfiante com sua homossexualidade, sem fazer dela uma bandeira. Em entrevista à revista alemã Stern, no ano passado, Westerwelle declarou que "a propósito, faria bem à nossa política externa, se ela levasse esse espírito de tolerância alemã a outros países".

Na mesma entrevista, o político de 47 anos lançou a ideia de que se suspenda a ajuda ao desenvolvimento a nações onde mulheres são tratadas como cidadãos de segunda categoria ou "onde homens e mulheres são executados somente só porque são homossexuais". Esse é o caso de diversos países que Westerwelle deverá visitar, caso venha a encabeçar a diplomacia alemã, como o Irã e a Arábia Saudita.

Perigo na Rússia

Volker Beck foi agredido em MoscouBildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  Volker Beck foi agredido em Moscou

Especialistas acreditam que países com fortes tendências homofóbicas irão antes se prejudicar, caso queiram criar dificuldades para o potencial ministro do Exterior. Volker Perthes, do Instituto Alemão de Política Internacional e de Segurança (SWP), afirma que os interessados em relações diplomáticas com a Alemanha, terão que superar, rapidamente, seus preconceitos.

O deputado alemão Volker Beck, diretor parlamentar da bancada verde, sentiu na própria pele quão perigoso pode ser para um político assumir sua homossexualidade em países como a Rússia. Há três anos, em uma passeata em Moscou, ele foi atacado e ferido. No ano seguinte, a polícia russa o prendeu – sob o pretexto de garantir sua segurança.

Beck se engaja há vários anos na Alemanha pela causa homossexual. Entre outras conquistas, devem-se a seu engajamento a ampla equiparação de direitos para casais homossexuais, ou a inauguração, em 2008, de um monumento em memória dos homossexuais perseguidos e mortos durante o regime nazista.

Para Beck, uma normalidade ainda está longe de ser alcançada na Alemanha. "Em escolas, precisamente, constatamos que isso [a discriminação dos homossexuais] voltou novamente a crescer nos últimos anos. E também noto uma maciça argumentação contra homossexuais partindo de setores religiosos, sejam comunidades conservadoras islâmicas ou evangélicas. E, também por motivos religiosos, uma política de exclusão continua a ser praticada na nossa sociedade."

Sinal de tradição

No geral, todavia, a orientação sexual não é mais motivo para acabar com uma carreira, na Alemanha. Isso vale tanto para o mundo de espetáculos quanto para a política. O prefeito de Hamburgo, o político democrata-cristão Ole von Beust, também é gay.

Günter Dworek, da Associação de Gays e Lésbicas da Alemanha, considera de grande ajuda o pioneirismo dos políticos. O fato de Klaus Wowereit se assumir encorajou a muitos. "Isso abriu os olhos de muitas pessoas para o fato de não se poder presumir, tão facilmente, que um político que já fez carreira, como Klaus Wowereit, seja heterossexual por natureza, mas que em casos como esse pode haver, definitivamente, surpresas. Foi um sinal forte, uma coisa boa que repercute até hoje repercute", explicou Dworek.

Caso Guido Westerwelle assuma o cargo de ministro alemão do Exterior, este seria o sinal mais visível nessa tradição. Em 2004, o político liberal tornou público seu relacionamento com um homem, justamente no aniversário de 50 anos de sua futura chefe, a premiê alemã Angela Merkel. Na ocasião, Westerwelle declarou: "Nunca escondi minha vida, eu simplesmente a vivi".

Autor: Marcel Fürstenau (ca)
Revisão: Augusto Valente


 
.br.msn.com/artigo.aspx

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terça-feira, outubro 06, 2009

Equipe de jogadores muçulmanos recusa jogar contra time de homossexuais(!?)

Publicada em 6/10/2009 às 9:09

Muçulmanos se recusam a enfrentar time de homossexuais

Incidente em liga amadora da França pode ser levado à Justiça

EFE

O Créteil Bébel, time que se define como de muçulmanos praticantes, se recusou a jogar contra uma equipe criada há seis anos para combater a homofobia no futebol francês, o Paris Foot Gay. O incidente aconteceu no fim de semana passado.

A questão, que pode ser levada à Justiça, ameaça terminar com a expulsão do Créteil Bébel do campeonato que disputa.

Em declarações dadas nesta terça-feira à rádio France Info, o presidente do Paris Foot Gay, Pascal Brethes, disse que, desde que foi criado, o time nunca se deparou com uma situação parecida. Por isso, estuda a possibilidade de entrar com uma ação por homofobia.

Os organizadores do campeonato que as duas equipes jogam, por sua vez, já intimaram o Créteil Bébel. Aos dirigentes do clube, que fica nos arredores da capital francesa, deram o seguinte aviso: ou o time aceita jogar a partida programada para o domingo passado ou será expulso da liga.

O caso teve início no sábado passado, quando o clube gay recebeu um e-mail daquele que seria seu oponente no dia seguinte. Na mensagem, o Créteil Bébel dizia:
"Lamentamos, mas em virtude do nome da equipe de vocês e em conformidade com os princípios da nossa, que é de muçulmanos praticantes, não podemos nos enfrentar, já que, de longe, nossas convicções são mais importantes do que um simples jogo de futebol. Mais uma vez, perdão por termos avisado tão tarde."

Nesta terça, o Créteil Bébel disse não concordar com a obrigação de jogar contra um time que se apresenta como um representante da causa homossexual. Ao mesmo tempo, pediu desculpar pelo fato de "alguém ter se sentido humilhado".


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terça-feira, setembro 29, 2009

MALÁSIA proíbe filme "BRUNO"por homossexualidade do ator principal

Malásia proíbe filme "Bruno" por homossexualidade do protagonista
Ter, 29 Set, 02h38
Kuala Lumpur, 29 set (EFE).- Malásia proibiu a estreia no país de "Bruno", última filme do polêmico comediante britânico Sacha Baron Cohen, autor de "Borat", por seu "conteúdo ofensivo, brincadeiras racistas e protagonista abertamente homossexual".

Assim o confirmou o Departamento de Censura, que informou da decisão ao distribuidor da comédia, que dispõe de um mês para apelar a decisão.

Em julho passado, Ucrânia tomou a mesma medida sem entrar em detalhes sobre seus razões para vetar o filme, na qual Cohen interpreta a um repórter gay austríaco.

As relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo são castigadas com penas de até 20 anos de prisão e castigo corporal na Malásia, onde esta ação está tipificada no código penal como um crime "contra natureza".

Há um mês, a censura do país também proibiu a projeção do filme de terror "Halloween II" por sua excessiva violência.

Em seu filme anterior, o muito polêmico "Borat", o repórter intrépido cazaque que encarnava Cohen se burlou do Cazaquistão e Estados Unidos, países que também retiraram o filme de suas salas de cinema.

Cerca do 60 % da população da Malásia professa um Islã tolerante em suas mensagens mas muito conservador nos costumes, e as autoridades vigiam com zelo qualquer atitude que vá contra a estrita ordem moral estabelecido. EFE


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segunda-feira, agosto 24, 2009

Pesquisa mundial : Disfunção erétil causam frustração na vida sexual das mulheres

45% das brasileiras reclamam da dificuldade de ereção dos parceiros

Pesquisa mundial avaliou o índice de satisfação sexual feminina


Um novo estudo realizado pelo projeto mundial Sexo e Mulher Moderna apontou que um grande número de mulheres se sente prejudicada pelos problemas de dificuldade de ereção dos parceiros na relação sexual. Foram entrevistadas mais de 14 mil mulheres, em 14 países diferentes para descobrir como anda a satisfação sexual feminina.

O resultado comprova que 45% das entrevistadas no Brasil acreditam que a relação sexual é anulada por problemas de impotência masculina. O número também é grande na América Latina, quando 37% das mulheres fazem a mesma afirmação. O percentual só é menor na Europa, onde apenas 23% das mulheres reclamaram do desempenho sexual masculino.

Os números também são alarmantes quando a pergunta se refere ao desejo de ter uma vida sexual melhor. O total de 51% das brasileiras disse que gostaria de sentir mais prazer na cama. De acordo com as pesquisadoras, o estudo revela que nos casais que convivem com o problema da disfunção erétil, 52% das mulheres manifestam o desejo de conseguir uma vida sexual melhor e mais ativa.


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terça-feira, julho 07, 2009

Plano de saúde do STF,extende planod e saúdepode ter parceiro em plano de sa

Agencia Estado - 7/7/2009 12:49

Servidor gay do STF pode ter parceiro em plano de saúde

Está em vigência o ato do Supremo Tribunal Federal (STF) que permite aos funcionários homossexuais da Corte que vivem relacionamento estável inserir os companheiros como dependentes do plano de saúde do órgão, o STF Med. A medida foi aprovada em encontro do Conselho Deliberativo do STF Med, em janeiro e junho, e começou a vigorar na quarta-feira. Para pôr o parceiro ou parceira como beneficiário, o servidor deve provar que a relação é estável, entregando uma declaração pessoal.

A relação também poderá ser confirmada por cópia autenticada de declaração conjunta de Imposto de Renda (IR), alusão ao parceiro no testamento, comprovante de domicílio em comum há mais de três anos, documento de financiamento de imóvel em conjunto ou comprovação de conta conjunta em banco há mais de três anos.

Outra condição é provar que não há de nenhum dos dois parceiros qualquer obstáculo que decorra de outra relação. Para isso, pode ser apresentada declaração de estado civil de solteiro estabelecida pelos companheiros, certidão de casamento com a averbamento da sentença do divórcio, julgamento que tenha tornado nulo casamento ou certidão de óbito do cônjuge, no caso de viuvez.

Procuradora-geral

A procuradora-geral da República em exercício, Deborah Duprat, expediu parecer ao STF a favor de processo em que o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho (PMDB), requer que o regime jurídico das uniões estáveis, previsto no artigo 1.723 do Código Civil, seja aplicado às "uniões homoafetivas".


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quinta-feira, junho 18, 2009

Pesquisa sobre a atividade sexual no BRASIL

Sexo casual: cresce, mas proteção diminui, diz ministério ! 
Qui, 18 Jun, 11h32
A prática de sexo casual no País cresceu 132% em quatro anos, revela pesquisa feita pelo Ministério da Saúde. Em 2008, 9,3% dos entrevistados informaram que tiveram mais do que cinco parceiros casuais no ano anterior. Esse índice era de 4% em 2004. Porém, o que preocupa a pasta é que o comportamento veio acompanhado por outra mudança perigosa: a tendência de queda do uso do preservativo. Em 2004, 51,6% diziam usar a camisinha em todas as parceiras eventuais. Esse porcentual caiu para 46,5% em 2008. Na pesquisa, foram entrevistadas 8 mil pessoas, de 15 a 64 anos, em todas as regiões do Brasil.
A pesquisa, a maior feita no País sobre o assunto, permite traçar um retrato sobre o comportamento sexual do brasileiro. O trabalho indica que 79% da população entre 15 e 64 anos é sexualmente ativa e que 16% dos entrevistados já traíram seus parceiros. O homem é o que mais admite esse comportamento: 21%, ante 11% entre as mulheres.
As diferenças entre o grupo masculino e feminino não se limitam ao item traição. O homem inicia a vida sexual mais cedo (36,9% tiveram a primeira relação antes dos 15 anos), tem maior número de parceiros casuais (13,2% tiveram mais de cinco parceiros casuais no ano anterior à pesquisa, um índice três vezes maior do que o das mulheres) e 10% apresentaram pelo menos um parceiro do mesmo sexo na vida (quase o dobro do que foi apresentado pelas mulheres: 5,2% tiveram relações com parceiras do mesmo sexo).
Os homens, em compensação, usam mais preservativos do que o grupo feminino, em qualquer situação: seja com parceiras fixas, casuais ou eventuais (fora da relação estável). O estudo mostra, por exemplo, que 63,8% do grupo masculino entre 15 e 24 anos usou camisinha na primeira relação sexual. Entre as mulheres, esse índice foi de 57,6%.
A diferença maior foi registrada no uso de preservativos em relações com parceiros casuais. No grupo masculino, 65,1% disseram ter usado camisinha na última relação sexual com parceiros casuais nos 12 meses anteriores. Entre as mulheres, o porcentual foi muito inferior: 45,5%. A diferença se repete no caso de parceiros mantidos fora da relação fixa. Entre homens, 43% usam camisinha. No grupo feminino, esse índice não ultrapassa 25%.
Idade
Quanto menor a faixa etária da população analisada, maior o uso do preservativo, segundo a pesquisa. Na população entre 15 e 24 anos, 67,8% disseram ter usado camisinha com parceiros casuais nos últimos 12 meses. Na faixa etária seguinte, entre 25 e 49, esse porcentual cai para 54,4%. Os entrevistados com 50 e 64 anos apresentaram o menor índice de uso: 37,9%. A diferença também está presente no uso de camisinha com parceiros fixos. Na faixa etária de 15 a 24 anos, 30,7% disseram usar preservativos em todas as relações com parceiros fixos. Entre pessoas com 25 e 49 anos, o índice cai para 16,6%.
Feita com 8 mil entrevistados, a pesquisa revela um fato intrigante. Apesar de ser registrada uma tendência de queda no uso de preservativos, a população brasileira apresenta um elevado conhecimento sobre a infecção e prevenção de aids. De acordo com o estudo, mais de 95% da população sabe que o uso do preservativo é a melhor forma de se evitar a contaminação. Segundo o ministério, esse é um dos índices mais altos do mundo. Um estudo feito com 64 países mostra que 40% dos homens e 38% das mulheres entre 15 a 24 anos tinham conhecimento exato sobre como evitar a transmissão do HIV.



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sexta-feira, maio 15, 2009

Governo que livro "didático" com temática sobre homossexualismo !

Governo quer livro didático com temática homossexual
1 hora, 59 minutos atrás
O governo quer que sejam incluídos nos livros didáticos a temática de famílias compostas por lésbicas, gays, travestis e transexuais. Ainda na área da educação, recomenda cursos de capacitação para evitar a homofobia nas escolas e pesquisas sobre comportamento de professores e alunos em relação ao tema. Essas são algumas das medidas que integram o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), documento firmado entre representantes de 18 ministérios.
O texto traz 50 propostas, que deverão se transformar em política de governo até 2011. São medidas em diversas áreas. Na saúde, o grupo prevê acesso universal a técnicas de reprodução assistida a LGBTs em idade fértil, recomenda o fim da restrição imposta a essa população para doação de sangue e garante que companheiros do mesmo sexo sejam incluídos como dependentes em planos de saúde. Na área da Justiça, pede que travestis e transexuais condenados à prisão sejam encaminhados para presídios femininos, em vez dos masculinos, como ocorre.
"É um marco na busca da garantia dos direitos e cidadania", afirmou ontem o secretário de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, durante o lançamento do plano. O documento foi desenvolvido a partir da 1ª Conferência Nacional LGBT, realizada em junho. Desde então, integrantes da sociedade civil e representantes do governo passaram a discutir as medidas mais importantes para a garantia dos direitos desse grupo. Das propostas apresentadas, algumas estão em andamento. É o caso do reconhecimento da união civil de casais do mesmo sexo e da criminalização da homofobia. Projetos com essas propostas tramitam no Congresso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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quinta-feira, maio 14, 2009

Relatório diz que homossexualismo É ILEGAL EM 80 PAISES

Relatório diz que homossexualismo é ilegal em 80 países
2 horas, 2 minutos atrás
Bruxelas, 14 mai (EFE).- O homossexualismo é ilegal em 80 países e punido com a pena de morte em outros cinco, segundo relatório divulgado hoje pela Associação Internacional de Gays e Lésbicas (ILGA, em inglês).

Este foi o terceiro estudo sobre a homofobia no mundo elaborado pela entidade.

A psicóloga mexicana Gloria Careaga, secretária-geral da ILGA, disse que uma legislação que promove a homofobia deixa os homossexuais "sem nenhuma possibilidade de pedir ajuda".

A ILGA afirmou que o homossexualismo é considerado legal em 115 países. Locais como a República Turca do Norte do Chipre (RTNC), reconhecida só pela Turquia, continuam considerando esta prática ilegal.

Já o casamento entre pessoas do mesmo sexo é permitido em sete países: África do Sul, Bélgica, Holanda, Noruega, Espanha, Suécia e Canadá, assim como os estados americanos de Connecticut, Iowa, Maine, Massachusetts e Vermont.

A cidade de São Paulo, alguns locais de Estados Unidos e Austrália, e outros dez países permitem a adoção conjunta de crianças por casais do mesmo sexo.

O Brasil também aparece no estudo como um dos lugares onde se proíbe a discriminação no trabalho baseada na orientação sexual.

O estudo elaborado pela Escola Universitária de Sodertorn, da Suécia, também publicou que as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo nunca foi qualificada como delito em 12 países africanos.

O status legal do homossexualismo, no entanto, ainda não é claro em Djibuti e Iraque, enquanto Lesoto, Suazilândia, Belize e Trinidad e Tobago proíbem a entrada de pessoas com esta orientação sexual.

Além disso, o homossexualismo é punido com pena de morte no Irã, Mauritânia, Arábia Saudita, Sudão, Iêmen e em algumas regiões de Nigéria e Somália. EFE




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sexta-feira, maio 08, 2009

TJ do Rio de Janeiro,afirma direito do heterossexual entender que HOMOSSEXALISMO é uma doença comportamental

Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro afirma ter o heterossexual direito a entender que a homossexualidade é um desvio de comportamento, uma doença.

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro ao julgar uma apelação em Ação popular contra o Estado do Rio de Janeiro, no ano de 2002, com intuito de anular o repasse de recursos que financiava a "VII Parada de Orgulho Gay" em 30/06/2002, no então governo da Sra. Benedita da Silva, decidiu ser legitima manifestação pública contra o incentivo a homossexualidade.

A Justiça decidiu entre outras coisas em 01/04/2009, que é legítimo aos cidadãos heterossexuais, o direito de expressarem o seu pensamento a luz dos valores morais, éticos e religiosos, no que diz respeito a entender ser a homossexualidade um desvio de conduta, uma doença, algo que cause mal à sociedade humana, devendo tal comportamento ser reprimido e não apoiado pela sociedade.

Tal conduta não pode ser entendida como é crime ou ato discriminatório, pois é legítimo o direito de expressão de ambos os lados no sistema jurídico vigente.

O acórdão faz uma abordagem do legítimo direito das pessoas, com base nas garantias constitucionais (art. 5º) de liberdade religiosa de crença, consciência e culto, e liberdade de expressão de emitir suas opiniões, de forma pacífica, sem sofrer QUALQUER TIPO DE RESTRIÇÃO por parte do Estado ou grupo de minorias.

O Acórdão do Tribunal do Rio de Janeiro de forma direta é totalmente contrário à instituição de uma mordaça gay, pois os cidadãos são livres no seu pensar e agir, com base em sua fé e valores.

Assim, esta decisão judicial reforça mais uma vez as graves inconstitucionalidades que o PLC 122/06 (lei da homofobia) tenta inserir no sistema jurídico brasileiro, criminalizando opiniões em benefício de um grupo de interesses, com ofensas à lei maior.

A decisão é atual e coerente com os valores constitucionais da liberdade de expressão e consciência.

Espero que esta decisão do Tribunal de Justiça mais moderno do país auxilie aos Senadores a entender ser inconstitucional criar uma lei que criminalize opiniões no tocante a homossexualidade, logo o PLC 122/2006 deve ser REJEITADO por grave violação a Carta Constitucional e a boa redação e técnica legislativa.

Divulgue esta decisão jurisprudencial para que outros Tribunais tenham a mesma coragem de não se curvar a movimentos ou patrulhamento de grupos contra o estado democratico de direito e a liberdade de expressão.

Veja o teor parcial do acórdão:

"...Contudo, também, não se pode negar aos cidadãos heterossexuais o direito de, com base em sua fé religiosa ou em outros princípios éticos e morais, entenderem que a homossexualidade é um desvio de comportamento, uma doença, ou seja, algo que cause mal à pessoa humana e à sociedade, devendo ser reprimida e tratada e não divulgada e apoiada pela sociedade. Assim, não se pode negar ao autor o direito de lutar, de forma pacífica, para conter os atos sociais que representem incentivos à prática da homossexualidade e, principalmente, com apoio de entes públicos e, muito menos, com recursos financeiros. Trata- se de direito à liberdade de pensamento, de religião e de expressão...."

Tribunal de Justiça- Décima Primeira Câmara Cível
Apelação Cível nº. 2008.001.65.473
Relator:Desembargador Claudio de Mello Tavares


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terça-feira, abril 21, 2009

O Direito humano à SUA sexualidade PESSOAL

A heterofobia e a homofobia são dois lado de uma mesma moeda chamada PRECONCEITO!!!
Carlos Garcia Costa


"Amamos e respeitamos a pessoa homossexual, não concordamos com a prática homossexual."


O PLC 122/2006 também conhecido como "lei da mordaça", é um Projeto de Lei que teve origem na Câmara dos Deputados e que agora tramita no Senado Federal, e que considera crime qualquer opinião contrária acerca da prática homossexual, instituindo assim um atentado à família e aos direitos de liberdade de pensamento, de expressão e de religião.

A HETEROFOBIA é a aversão a pessoas ou atos heterossexuais e é tão perversa quanto à homofobia. A aprovação do PLC 12/20062 é a legalização da HETEROFOBIA, agravando ainda mais a violência, o ódio e o preconceito.

Não temos preconceito ou discriminação à pessoa homossexual, muito pelo contrário, o cristianismo nos ensina a amar as pessoas indiferente da raça, cor, classe social, religião ou sexo. Lembramos porém que homossexualismo é antinatural e não é uma das características que distingue os seres vivos com relação ao seu sexo (macho ou fêmea) ou sua raça.

Somos contrários a pratica homossexual, somos contrários ao PLC 122/2006, somos a favor da família e da continuação da espécie, somos a favor da união e do casamento honroso entre um homem e uma mulher segundo a Bíblia Sagrada:

"Deus criou o homem e a mulher. Deus abençoou os dois."
(Gênesis 1:27-28, Bíblia Viva)

1. Que seja respeitado o direito individual de cada brasileiro decidir a sua opção sexual.

- A pessoa que passa pela homossexualidade feminina ou masculina tem o direito de deixar de ser homossexual. Da mesma forma que o movimento gay defende o direito do hetero ser homo, defendemos o direito de o homo ser hetero.

- O indivíduo homossexual não tem simplesmente que "assumir ser gay", ele pode assumir ser hetero!


2. Que seja respeitado o direito do Pai e da Mãe educarem seus filhos no caminho ditado por suas próprias consciências e de poderem ensinar para seus filhos que o homossexualismo é antinatural e, portanto errado.

3. Que seja respeitado o direito de liberdade religiosa em acreditar na Bíblia Sagrada que ensina que o homem que deita com outro homem como se fosse mulher comete diante dos olhos de Deus uma abominação:

- Levíticos 18.22
- Levíticos 20.13
- Romanos 1.26-27
- 1° Coríntios 6.9-10


4. Que seja respeitada o princípio da isonomia, ou seja, todos são governados pela mesma lei, sendo todos iguais perante ela, assegurados como princípio constitucional.

- Os direitos que devem ser garantidos aos "gêneros" são aqueles mesmos que devem ser garantidos a todas as pessoas; e não, criar super direitos para tal ou qual grupo de pessoas, tornando-a imune a críticas.



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sábado, abril 18, 2009

Pesquisa médica remédios contra impotência, podem beneficiar mulheres

Remédios contra impotência podem funcionar em mulheres, diz estudo
Sex, 17 Abr, 05h13
Washington, 17 abr (EFE).- Cientistas americanos afirmaram ter conseguido bons resultados ao testar remédios para homens impotentes em mulheres com disfunção sexual.

Uma equipe da Faculdade de Medicina da Geórgia, nos Estados Unidos, elaborou um relatório dizendo que a disfunção sexual feminina pode ser causada, em parte, pela quantidade insuficiente de sangue no órgão genital, como ocorre com os homens.

Na pesquisa, os cientistas fizeram experimentos com animais e compararam os efeitos de três remédios contra impotência: Viagra, Cialis e Levitra.

Os pesquisadores também observaram a ação do Viagra nas artérias que fornecem sangue aos órgãos genitais de ratos machos e fêmeas. Nos humanos, esses são os caminhos que levam sangue ao pênis e à vagina.

Segundo o relatório, todos os compostos relaxavam as artérias, facilitando a provisão de sangue.

O estudo afirmou que cerca de 43% das mulheres apresentam sintomas de disfunção sexual, como falta de desejo, dificuldade para atingir o orgasmo e dores durante a relação. EFE




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quarta-feira, fevereiro 25, 2009

A Música pode estimular sexualidade na juventude

Música estimula vida sexual dos jovens, diz estudo

Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que adolescentes que escutam músicas de conteúdo sexual depreciativo têm uma vida sexual mais ativa.
A equipe da Universidade de Pittsburgh entrevistou 711 jovens dos 13 aos 18 anos de idade sobre suas vidas sexuais e hábitos musicais.
Eles perceberam que os que ouviam músicas com versos sobre sexo explícito e agressivo regularmente, cerca de 17h por semana, tinham o dobro das chances de fazer mais sexo do que os que ouviam músicas apenas 2,7h no mesmo período.
Os especialistas classificaram como letras vulgares as que descrevem o sexo como um ato puramente físico e relacionado a relações de poder, diz o estudo divulgado na publicação especializada American Journal of Preventative Medicine.
Papel dos pais

Os pesquisadores se recusaram, no entanto, a nomear as canções que consideraram depreciativas, dizendo apenas que versos como I'm gonna beat that pussy up ("Eu vou bater naquela vulva", em tradução livre), são comuns nas letras.

O coordenador da pesquisa, Brian Primack, disse que apesar de a pesquisa ter encontrado um elo entre música e sexo, "é difícil afirmar que canções de sexo contribuam diretamente para que os jovens façam sexo mais cedo".
"Eu acredito, no entanto, que os pais devam considerar os resultados. É tentador dizer que música é só 'coisa de jovem'".
"Eu não estou dizendo que os pais devam tentar banir este tipo de música. Isso não vai ajudar. Mas eles devem falar com seus filhos sobre sexo e colocar este tipo de música no contexto correto", completou.



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Italiano mudará de sexo p/ se tornar freira

Italiano fará operação para virar mulher e se tornar freira
Ter, 24 Fev, 03h19
Roma, 24 fev (EFE).- Um italiano homossexual fará uma operação para trocar de sexo e entrar para um convento como freira, apesar de não ter o apoio da Igreja, informou a imprensa local.

Este é o sonho de "Marco", de 45 anos e que pensou muito antes de tomar a decisão, para a qual contará com a ajuda da Casapound Itália, uma associação de promoção da justiça social.

"Marco" vive perto de Roma e planeja realizar seu "sonho" em maio, mas terá de entrar em um convento de um país do Norte da Europa.

"Falei com o sacerdote da minha paróquia, mas me deparei com um muro de borracha. Com o bispo foi pior, mas recebi ajuda posteriormente", comentou, em referência à associação.

O porta-voz da Casapound Itália, Massimo Carletti, está disposto a tornar realidade o sonho de Marco.

"Todos os homens e mulheres deveriam ser iguais e ter as mesmas chances. Ele conta com nossa simpatia e a única culpa é a de ter uma ambição. 'Marco' tem muitas virtudes e um forte ideal cristão, justamente o que a Igreja quer lhe negar", afirma Carletti. EFE 02/24/18-18/09




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domingo, fevereiro 22, 2009

Música sobre "ex-GAY" fica em 2º lugar,no festival de SANREMO

Música sobre ex-gay fica em 2º lugar no festival Sanremo
Dom, 22 Fev, 06h49
Roma, 22 fev (EFE).- A controvertida canção "Luca era gay", cuja letra, diz que o homossexualismo "se cura", como se fosse doença, o que provocou a ira de grupos homossexuais rendeu a seu cantor e autor, Povia, o segundo lugar na 59ª edição do festival Sanremo, vencida por Marco Carta, de 23 anos, com "La forza mia" (Minha força).

Marco Carta, nascido em Cagliari, capital da ilha de Sardenha, despontou para a fama no ano passado, ao ganhar o concurso musical "Amici", organizado pelo canal de televisão privado "Canale 5", do grupo do primeiro-ministro Silvio Berlusconi.

Carta, segundo os analistas do festival da canção italiano, conseguiu a vitória no final da noite passada graças ao voto majoritário emitido por telefone pelos jovens italianos, que acompanham sua curta, mas já vitoriosa carreira, pois seu único álbum até agora, "Ti rincontrero" ganhou um disco de platina.

A segunda colocada, "Luca era gay", pôs em pé de guerra grupos de ativistas homossexuais, que poucas horas antes de começar a final se manifestaram pelo centro de San Remo para protestar pelo que chamaram de "um novo ataque 'da sociedade' contra homossexuais, lésbicas e transexuais".

A canção fala de um jovem, Luca, que era homossexual, mas que "'se curou' e voltou a ser normal após se casar felizmente com uma mulher". EFE jl/jp |Q:ACE:pt-BR:01011000:Arte, cultura e espetáculos:Música IHU:pt-BR:08006000:Aspectos humanos:Prêmios SOC:pt-BR:14025003:Temas sociais:Temas sociais (geral):Discriminação| 02/22/09-48/09




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quarta-feira, fevereiro 18, 2009

Homem de mais de 50 anos casa c/ menina de 9 anos,validado por tribunal saudita

Tribunal saudita valida casamento de homem de mais de 50 anos com menina de 9
36 minutos atrás
Riad, 19 fev (EFE).- Um tribunal saudita declarou válido o casamento de um homem de mais de 50 anos com uma menina de 9 na cidade de Anidh, ao nordeste de Riad, informou hoje o jornal saudita "Al-Riyadh".

A mãe da menor, citada pelo jornal, pediu às autoridades do país por trás do julgamento que intervenham para impedir este casamento.

"Minha filha ainda não sabe que está casada", disse a mãe da menor.

Segundo a mãe, cuja identidade não foi informada pelo jornal, a menina não soube que seu casamento aconteceu em outra cidade enquanto ela se encontrava na casa de seus pais, em Anidh.

Segundo o diário, a mãe tinha pedido antes ao tribunal de Anidh o divórcio da filha, mas o juiz rejeitou a solicitação e afirmou que a menina poderia reivindicar a separação quando fosse adolescente.

Em julho do ano passado, ativistas sauditas pró-direitos humanos tentaram impedir o casamento de outro homem, de 60 anos, com uma menina de 10 anos na região de Hael, cerca de 600 quilômetros ao noroeste de Riad.

A população de várias zonas desérticas e montanhosas da Arábia Saudita é muito conservadora, e muitas tribos locais permitem o casamento de seus filhos menores de idade. EFE




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sábado, fevereiro 14, 2009

Garoto inglês, de 13 anos,setorna"pai"(? ? ! ! )

Garoto se torna pai aos 13 anos no Reino Unido
Sex, 13 Fev, 06h38
LONDRES, GB (AFP) - Os britânicos ficaram comovidos com o caso de Alfie Patten, um adolescente que, aos 13 anos, possui a aparência de uma criança de oito e acaba de se tornar um dos pais mais jovens do país.

A pequena Maisie Roxanne foi concebida quando Alfie tinha apenas 12 anos, na primeira experiência sexual com a namorada, Chantelle Steadman, de 15. O parto aconteceu na última segunda-feira, segundo revelou nesta sexta o tablóide inglês The Sun.

"Achei que seria bom ter um bebê", disse Alfie ao The Sun, que publicou fotos do garoto dando de mamar e acariciando Maisie.

Alfie, que vive com a mãe, de 43 anos, reconheceu que, na verdade, não sabe como poderá suprir as necessidades da filha, não faz idéia de quanto custa um pacote de fraldas e disse que sequer recebe mesada.

"Meu pai me dá 10 libras de vez em quando", declarou.

Chantelle, por sua vez - que vive com o pai, desempregado, a mãe e cinco imãos -, admitiu que os dois "cometeram um erro".

"Seremos bons pais", afirmou a menina, que escondeu a gravidez até os dois meses de gestação, quando sua mãe começou a desconfiar do repentino aumento de peso da filha.




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segunda-feira, janeiro 26, 2009

Estudo científico sugere conexão entre apetite sexual e câncer prostático

Estudo vincula apetite sexual a maior risco de câncer de próstata
Seg, 26 Jan, 04h35 científicas.
Londres, 26 jan (EFE).- Um estudo britânico publicado hoje no "British Journal of Urology International" vincula o apetite sexual dos homens durante sua juventude com o risco de desenvolver câncer de próstata quando for mais velho.

A pesquisa, baseada em uma entrevista feita com 809 homens pela Universidade de Nottingham, centro da Inglaterra, afirmou que os homens que afirmaram manter mais relações sexuais e se masturbar mais entre os 20 e 30 anos tinham mais probabilidades de sofrer de câncer.

Os pesquisadores, dirigidos pelo médico Polyxeni Dimitropoulou, questionaram sobre os hábitos sexuais de 400 homens diagnosticados com câncer de próstata e de outros 409 que não sofriam da doença.

Eles foram perguntados, entre outras coisas, sobre a frequência com que mantinham relações sexuais desde a adolescência, com quantas pessoas fizeram sexo e se alguma vez tinham tido infecções venéreas.

Nos dois grupos, cerca de 59% disseram ter feito sexo 12 vezes ao mês ou mais quando tinham 20 anos, enquanto a proporção caía para cerca de 48% aos 30 anos, 28% aos 40 e 13% aos 50.

Uma das principais diferenças entre os dois grupos era que, no dos doentes de câncer, quase dois quintos tinham tido seis parceiros ou mais, em comparação com menos de um terço dos homens saudáveis.

Além disso, entre os doentes de câncer de próstata, 40% tiveram relações sexuais ou se masturbaram 20 vezes ao mês ou mais aos 20 anos, contra 32% dos entrevistados que não tinham a doença.

As diferenças de hábitos sexuais entre os dois grupos diminuíam à medida que a idade aumentava, o que sugeriu aos pesquisadores que a disparidade determinante acontece na juventude.

Dimitropoulou afirmou que o que distinguia seu estudo de outros anteriores era que se centrou em investigar os anos de juventude e que tenham sido levados em consideração tanto o ato sexual quanto a masturbação em várias fases da vida.

O médico afirmou que é possível que uma maior presença de hormônios em alguns homens fosse o responsável tanto por um maior apetite sexual entre os 20 e 30 anos como do desenvolvimento do câncer de próstata posteriormente.

O pesquisador afirmou que "os hormônios parecem desempenhar um papel determinante no câncer de próstata", e, de fato, "é muito comum tratar os doentes com remédios para reduzir os hormônios que acredita-se que estimulem as células cancerígenas".

Um porta-voz do The Prostate Cancer Charity, John Neate, expressou satisfação com a utilidade do estudo, mas ressaltou que, antes de ser considerado conclusivo, deve tomar como base mais evidências




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sexta-feira, dezembro 26, 2008

Ex -atleta TROCA de sexo

Publicada em 23/12/2008 às 10:41

Ex-atleta faz cirurgia para mudar de sexo

Yvonne Buschbaum agora atende pelo nome de Balian

Yvonne Buschbaum teve como melhor desempenho a medalha de prata no Campeonato Europeu (Crédito: Agência Yvonne Buschbaum teve como melhor desempenho a medalha de prata no Campeonato Europeu (Crédito: Agência
LANCEPRESS! A ex-atleta Yvonne Buschbaum, que competia no salto com vara, anunciou no fim do ano passado que largaria o esporte para fazer um tratamento para mudar de sexo. A alemã afirmara que se sentia como um homem que teve de viver a vida num corpo de mulher.
Em uma operação realizada este mês na Alemanha, Yvonne realizou seu desejo e agora atende pelo nome de Balian. Em seu site a ex-atleta comemorou o sucesso da operação.
- Estou voando sobre uma nuvem em torno de minha liberdade - disse Balian, que ainda ficará no hospital para ser observado.
Yvonne teve como melhores resultados a medalha de bronze no Europeu de 1998 e a prata no mesmo campeonato em 2002.


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sexta-feira, maio 02, 2008

Nome de LÈSBICAS,sò para quem nasceu na Ilha de LESBOS

Mulheres gays não são lésbicas, dizem habitantes de ilha grega

1 hora, 35 minutos atrás
ATENAS (Reuters) - Algumas habitantes da ilha grega de Lesbos dizem que elas são as autênticas "lésbicas" e querem que os grupos gays parem de usar o termo.
Diversos residentes da ilha abriram processos legais e uma decisão judicial pendente pede para um tribunal proibir que a Comunidade de Gays e Lésbicas da Grécia use o termo "lésbica" em seu nome.
O morador Dimitris Lambrou, que abriu um processo, disse que a disputa é sobre identidade e não sexualidade.
"Precisamos proteger nossa identidade, proteger o nome que define a nossa origem de ser roubado", disse ele à Reuters TV na sexta-feira.
"Nossas ações legais não têm nada a ver com orientação sexual de nossos adversários."
Lesbos, ilha do no mar Egeu perto da costa turca, é o local de nascimento de Sappho, cujos poemas de amor do século 7 inspiraram o termo "lésbica" para mulheres gays.
A ilha se tornou ponto de encontro de mulheres gays ao redor do mundo, especialmente na vila de Sappho, Eressos.
Evangelia Vlami, que representa a Comunidade de Gays e Lésbicas da Grécia, disse: "Vamos rir no tribunal".
"Isto é ridículo. O termo foi aceito pela sociedade, por cientistas, historicamente, e pelas Nações Unidas", disse ela à Reuters por telefone.
A primeira audiência será em junho.
(Por Deborah Kyvrikosaios)


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