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quarta-feira, novembro 18, 2009

ATLANTIS se acopla c/ sucesso à estação espacial

'Atlantis' se acopla com sucesso à Estação Internacional
Qua, 18 Nov, 05h17
Washington, 18 nov (EFE).- A tripulação do ônibus espacial "Atlantis" completou hoje com sucesso as manobras de acoplamento à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), aonde chegaram com 12.371 quilos de materiais.

O comandante Charlie Hobaugh e o piloto Barry Wilmore, que iniciaram as manobras às 12h05 de Brasília, aproximaram a nave em modo manual no último trecho para alinhar os sistemas de acoplamento e concluíram a operação com sucesso às 14h51 de Brasília.

As duas naves espaciais voavam a 354 quilômetros da Terra sobre a Austrália no momento em que se acoplaram.

"Vamos invadir a festa de vocês", disse o comandante Hobaugh por rádio à tripulação da estação espacial quando o "Atlantis" estava se aproximando. "Queremos vê-los", respondeu Jeff Williams, astronauta da ISS.

Após uma série de operações de controle, que devem durar ao redor de duas horas, as escotilhas entre os dois veículos se abrirão e as duas tripulações iniciarão as operações conjuntas.

Em seguida, a engenheira Nicole Stott, que ficou três meses na estação espacial, se unirá à tripulação do "Atlantis", com quem voltará para a Terra em 27 de novembro.

Quando o Atlantis estava a 200 metros da ISS, Hobaugh realizou uma manobra de rotação para que Stott e Williams fotografassem a parte exterior da nave.

Estas imagens serão transmitidas à missão de controle para que os esp ecialistas da Nasa, a agência espacial americana, se certifiquem de que o escudo térmico não sofreu nenhum dano durante o lançamento.

A tripulação fez uma primeira inspeção um dia depois, utilizando o braço robótico da nave e, segundo a Nasa, nenhum dano foi detectado.

Esta é uma das grandes preocupações da agência espacial desde que, em 2003, a nave "Columbia" se desintegrou ao entrar na atmosfera devido ao desprendimento de uma peça isolante danificada durante o lançamento e que perfurou a nave.

A tripulação da missão STS-129, que ficará em órbita por 11 dias, é completada por Leland Melvin, Randy Bresnik, Mike Foreman e Robert Satcher.

Depois de receberem informações sobre segurança por parte de seus colegas da ISS, os astronautas da "Atlantis" começarão os preparativos para a primeira caminhada espacial, que Foreman e Satcher devem fazer nesta quinta-feira.

Durante as seis horas e meia de duração para a caminhada, os astronautas colocarão uma antena e um suporte para os tanques de amoníaco de um dos módulos e, além disso, polirão o braço robótico da estação.

Segundo a previsão da Nasa, deve haver outras duas caminhadas para instalar duas plataformas e concluir os preparativos para a próxima missão, durante a qual será acoplado o último módulo americano na ISS.

A ISS, que orbita a cerca de 360 quilômetros da Terra, é um projeto internacional com a participação de 16 países, entre eles o Brasil.

Este é o quinto e último voo da Nasa em 2009 e o penúltimo do "Atlantis" antes de a agência espacial americana suspender as atividades de seus ônibus espaciais, o que acontecerá no ano que vem.

Os ônibus espaciais restantes, "Discovery" e "Endeavour", serão substituídos em 2015 pelos "Orion", desenhadas também para viajar à Lua e ampliar o alcance das viagens espaciais.

Enquanto isso, a substituição das tripulações da ISS ficará a cargo das naves russas "Soyuz", de menor tamanho, e por isso a Nasa quer enviar material suficiente para que a estação tenha autonomia quando os ônibus espaciais interrompam suas atividades. EFE



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domingo, outubro 11, 2009

NASA realiza bombardeio contra a lua,à procura de agua

Nasa realiza bombardeio bem-sucedido contra cratera lunar
Sex, 09 Out, 04h48
WASHINGTON, EUA (AFP) - A Nasa utilizou um foguete Atlas chamado Centauro para bombardear uma cratera da Lua a uma velocidade de 9.000 km por hora, em uma missão científica que visa a buscar água no satélite natural da Terra, anunciou nesta sexta-feira a agência espacial americana.

A televisão da Nasa não mostrou imagens do flash provocado pelo impacto do projétil de 2,3 toneladas às 11H31 GMT na cratera.

A sonda LCROSS (Lunar Crater Observation and Sensing Satellite) partiu da Terra em junho passado a bordo de um foguete Atlas V, junto à sonda LRO (Lunar Reconaissance Orbiter), encarregada de elaborar uma carta detalhada do único satélite natural do nosso planeta.

A sonda LCROSS viajou para a Lua durante três meses, carregada por um estágio do foguete Atlas chamado Centauro.

Centauro bateu contra a Cabeus a uma velocidade de 9.000 km por hora, criando uma cratera de 20 metros de diâmetro por cinco de profundidade.

O impacto deve lançar 350 toneladas de material, a até 10 km de altura, que esta nuvem de solo lunar será amplamente iluminada pelos raios do Sol.

A sonda LCROSS, com 891 quilos, sofreu o mesmo destino do Centauro, quatro minutos depois, o tempo necessário para que seus nove instrumentos, entre eles três espectrômetros, possam captar e determinar a natureza das partículas projetadas pelo primeiro impacto, e transmitir os dados à Terra.

Os cientistas pretendem determinar se há água congelada no fundo da cratera, que jamais recebe a luz solar e tem temperaturas médias de 240 graus negativos.

Encontrar água no satélite natural da Terra seria um grande passo na exploração espacial e abriria caminho para futuras bases lunares de abastecimento de água ou combustível, inclusive oxigêneo para que o homem possa viver em outro planeta.

"A equipe científica está realizando sua avaluação preliminar dos aproximadamente quatro minutos de dados coletados pela sonda LCROSS", indicou o site da missão.

"Não antecipamos nada sobre a presença ou ausência de água de imediato. Levará algum tempo", advertiu Anthony Colaprete, cientista chefe da missão, explicando que a análise dos dados poderá durar vários dias ou várias semanas.

O chefe da Nasa, Charles Bolden, felicitou a equipe encarregada da missão.

"Agradeço em particular à equipe da Nasa liderada por Daniel Andrew que fez um trabalho fantástico, com uma nave espacial pouco custosa e que realizou uma tarefa notável".

A missão LCROSS custou 79 milhões de dólares.

Os dois artefatos integram a primeira missão do programa Constellation, que prevê a volta do homem à Lua a partir de 2020, mas o destino do projeto é incerto, já que uma comissão de especialistas designada pelo presidente Barack Obama concluiu que a operação demandará 3 bilhões de dólares a mais por ano.

O presidente deve escolher entre esta opção e outros mais econômicas, mas menos ambiciosas.




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quarta-feira, setembro 09, 2009

NASA priorizaria MARTE em vez da LUA? ? ?

Nova estratégia da Nasa priorizaria Marte e não a Lua
Ter, 08 Set, 05h42
Por Irene Klotz

CABO CANAVERAL, Estados Unidos (Reuters) - Uma nova estratégia proposta para a Nasa deixaria de lado a ideia de priorizar a volta de humanos à Lua e daria ênfase a uma futura viagem a Marte, incluindo serviços comerciais de lançamentos espaciais, segundo um documento obtido pela Reuters.

A proposta, ainda não oficializada, é uma resposta da agência espacial norte-americana para uma das cinco opções contidas em uma análise encomendada pelo presidente Barack Obama.

A comissão responsável por esse trabalho disse em seu site que entregará na terça-feira suas conclusões à Casa Branca e ao administrador da Nasa.

A Nasa já gastou 7,7 bilhões de dólares, de um total previsto de 40 bilhões, para o desenvolvimento de um novo foguete e de uma cápsula para o transporte de tripulantes para a Estação Espacial Internacional e para a Lua, disse Jeff Hanley, gerente do programa conhecido como Constellation, destinado a substituir os ônibus espaciais, que serão aposentados em 2010 ou 2011.

Mas, diante da revisão feita pela comissão presidencial, a Nasa preparou uma proposta conceitual chamada "Generation Mars" ("geração marte"), que antevê uma tecnologia a ser desenvolvida ao longo de 30 anos, o que inclui missões precursoras a asteroides e outros destinos, bem como a construção de apoio popular para uma eventual expedição tripulada a Marte.

A proposta sugere também que as verbas da Nasa sejam usadas para atrair empresas comerciais para o negócio do serviço de transporte de viajantes com destino à Estação Espacial Internacional.

"Pode-se dizer que Marte é um destino, mas realmente Marte é mais um objetivo, porque não estamos marcando uma data," disse em entrevista Leroy Chiao, ex-astronauta e membro da comissão de dez integrantes que fez a revisão.

"Isso equivale a dizer que estas são as coisas que precisamos fazer para construir a infraestrutura para chegar a Marte, este é o dinheiro que temos agora, e nos próximos ciclos orçamentários percebermos quando poderemos realmente chegar a Marte," acrescentou.

A proposta "Generation Mars" se encaixa em uma das opções apresentadas pela comissão presidencial, a de adotar uma abordagem flexível para a exploração, começando com uma prorrogação de cinco anos no funcionamento da Estação Espacial Internacional, cujo limite iria até 2020, e no desenvolvimento de um novo foguete de lançamento.

Tanto a proposta da Nasa quanto as da comissão preveem o uso da Estação Espacial Internacional para testar tratamentos médicos, equipamentos de apoio à vida e sistemas alternativos de propulsão que sirvam para a eventual viagem a Marte.




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sexta-feira, junho 19, 2009

NASA lança sondas antecedendo a volta do homem à LUA

Nasa lança sondas para preparar volta do homem à Lua
Sex, 19 Jun, 09h35
A Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, lançou ontem as sondas LRO e Lcross a bordo de um único foguete Atlas 5. Elas vão analisar a Lua em busca de sinais de gelo e de locais para um futuro desembarque de astronautas. Atualmente, o plano de exploração espacial da Nasa, que se encontra em revisão, prevê o retorno de seres humanos à Lua em 2019, a bordo de uma nova geração de naves que começou a ser desenvolvida após o desastre do ônibus espacial Columbia, em 2003.
A busca por gelo é parte da prospecção de terreno para uma futura base lunar. Ele seria recurso precioso, fornecendo não só água, mas também combustível e oxigênio. Isso reduziria o volume de insumos que precisaria ser lançado da Terra para sustentar os habitantes de um posto lunar. A LRO (Orbitador de Reconhecimento Lunar) deverá ficar em órbita do satélite durante pelo menos um ano, fazendo leituras com uma série de instrumentos. Entre elas, mapear a distribuição de hidrogênio na Lua e avaliar o risco da radiação ambiente para os futuros astronautas.
Já a sonda Lcross vai se dividir em duas seções, que colidirão, a uma velocidade de mais de 7 mil km/h, com o fundo de uma cratera localizada perto do polo sul da Lua. O objetivo é produzir uma massa de dejetos que possa ser analisada por cientistas, a fim de determinar se há gelo no local do impacto. Ambas as sondas devem chegar à Lua quatro dias após o lançamento. Uma vez na vizinhança lunar, a LRO levará cerca de uma semana para entrar na órbita adequada e iniciar suas atividades. Já a Lcross dará uma série de voltas ao redor da Lua para posicionar-se o melhor possível para o impacto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Telescópio "hubble"pode ser abandonado p/ causa de colisão entre satélites

Hubble pode ser abandonado por causa de colisão entre satélites
2 horas, 44 minutos atrás
Manutenção do telescópio pode não ocorrer

Por Stella Dauer

O telescópio Hubble está prestes a ser abandonado mais uma vez. Graças à colisão ocorrida entre um satélite americano e um russo, o campo de detritos gerado pode impedir a manutenção do idoso telescópio.

A colisão entre um satélite de telecomunicações americano e um satélite russo desativado aconteceu no dia 10 de fevereiro deste ano. De acordo com o site Discovery , o desastre espacial provocou a formação de um cinturão de detritos com mais de 600 peças, que impedem que algumas rotinas sejam executadas pelas agências espaciais, uma vez que a velocidade dos detritos gira em torno dos 29.000 km por hora. De acordo com a NASA , a probabilidade de um acidente nessas condições é de 1 em 185, quando o mínimo aceito pela agência é de 1 em 200.

O acidente, que já atrasou o lançamento de uma missão marcada para o
dia 22, também pode prejudicar a sobrevivência do telescópio Hubble,
uma vez que a manutenção de seu maquinário não pode ser realizada. Se
nada for feito, o telescópio poderá parar de funcionar em um ano ou
dois, noticiou o site Wired .


A decisão da continuação ou do encerramento da missão de manutenção será divulgada em duas semanas. Se aprovada, a nave Atlantis deverá chegar ao Hubble em Maio deste ano.

O telescópio Hubble foi lançado ao espaço em 1990, e vem produzindo uma série de conteúdo de extrema importância para a Astronomia mundial. Há alguns anos, quase foi desativado, mas após um enorme abaixo assinado online, continuou na ativa.

www.geek.com.br


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sábado, novembro 22, 2008

DESCOBERTAS NOVAS GELEIRAS EM MARTE

Cientistas americanos descobrem novas geleiras em Marte

Qui, 20 Nov, 06h20
Washington, 20 nov (EFE).- Cientistas americanos descobriram geleiras longe dos pólos de Marte e a poucos metros da camada rochosa do planeta, revelou hoje um estudo publicado pela revista "Science".
"Trata-se de uma descoberta muito importante porque não só constata a existência de água em Marte, mas cobre a necessidade desse elemento que terão as futuras missões interplanetarias", disse à Agência Efe Ali Safaeinili, cientista da Nasa, a agência espacial americana.

"Também é importante porque a água dessas geleiras se encontra em latitudes baixas do planeta, longe dos pólos, e em alguns casos a apenas três metros de profundidade", afirmou.

A descoberta foi feita com o radar da sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) da Nasa há um ano.

"Demoramos a fazer o anúncio do descobrimento porque queríamos estar seguros dele e fizemos todas as verificações possíveis", frisou.

A descoberta de grandes reservas de água congelada é um sinal encorajador para os cientistas que buscam vida além de nosso planeta, afirmou o estudo publicado na "Science".

As geleiras cobrem uma superfície de dezenas de milhares de quilômetros quadrados e se estendem desde as montanhas marcianas com uma espessura em alguns casos de cerca de 800 metros.

A camada de material rochoso que cobre o gelo, em outros casos de uma espessura de alguns poucos metros, possivelmente preservou as geleiras, segundo o estudo.

Os primeiros indícios de água em Marte foram detectados há quatro anos pelas sondas espaciais "Spirit" e "Opportunity", confirmados depois pela "Phoenix".

"Sem dúvida as geleiras representam a maior reserva de água em Marte, longe das calotas polares. Só um dos que examinamos é três vezes mais extenso que a cidade de Los Angeles (...) e há muitos mais", afirmou John Holt, da Escola de Geociencias da Universidade do Texas e autor do relatório. EFE ojl/ab/rr |Q:CYT:pt-BR:13008000:Ciência e tecnologia:Espaço|


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