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quinta-feira, outubro 22, 2009

Igreja luterana na Suécia aprova casamento gay

Igreja da Suécia aprova casamento homossexual

Qui, 22 Out, 12h28
ESTOCOLMO, Suécia (AFP) - A Igreja luterana da Suécia aprovou durante seu sínodo nesta quinta-feira o casamento religioso dos homossexuais, que a lei sueca já havia autorizado em 1º de maio.

A medida, que entrará em vigor a partir de 1º de novembro, foi adotada por quase 70% dos 250 membros do sínodo, segundo um porta-voz da instituição.

Em abril passado, quando o Parlamento sueco adotou a lei, a Igreja luterana, separada do Estado em 2000, apoiou a reforma, mas adiou sua aprovação oficial até a realização do sínodo.

A Suécia, na vanguarda em termos de adoção de por parte de casais homossexuais, passa assim a ser um dos primeiros países do mundo que autoriza a realização de casamentos gays dentro sua principal congregação religiosa.

Em 2008, 73% dos suecos pertenciam à Igreja da Suécia.

A principal associação sueca de defesa dos homossexuais, a RFSL, saudou a medida. "A RFSL felicita a Igreja da Suécia por sua decisão, seus membros homossexuais e bissexuais poderão enfim se sentir um pouco mais bem-vindos na sociedade", escreveu em um comunicado.

Mas a associação criticou o direito dos pastores de rejeitar a título pessoal realizar um casamento entre homossexuais. Nesse caso, a Igreja deverá encontrar outro sacerdote para a cerimônia.




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quinta-feira, agosto 13, 2009

Na Califórnia (U.S.A.),a luta p/ casamento "gay" é adiada p/ 2012

Grupo gay da Califórnia adia luta por casamento para 2012

Qua, 12 Ago, 07h43
Por Peter Henderson

SAN FRANCISCO (Reuters) - O maior grupo californiano de direitos dos homossexuais anunciou na quarta-feira que precisa de mais três anos para construir uma coalizão que consiga revogar a proibição ao casamento entre pessoas do mesmo sexo no Estado.

A decisão cria uma divisão com outra ala, que defende novo referendo no próximo ano, enquanto é recente a indignação contra a proibição ao casamento gay.

A disputa por essa questão na Califórnia, o mais populoso e um dos mais liberais Estados dos EUA, deve atrair organizações nacionais, numa campanha que custará pelo menos 100 milhões de dólares e, se ficar para 2012, pode influir na próxima eleição presidencial.

Em novembro de 2008, o eleitorado decidiu proibir o casamento homossexual, meses depois de a Justiça estadual legalizá-lo. Aquele resultado deu força aos conservadores e provocou protestos nacionais de homossexuais e simpatizantes da causa. Logo em seguida, vários Estados legalizaram o casamento homossexual, especialmente no Nordeste do país, e o caso chegou à Suprema Corte dos EUA.

"Exige tempo, compromisso e muitíssimos voluntários para desfazer as inverdades que nossos adversários têm dito", disse Marc Solomon, diretor de casamento da entidade Equality California, por teleconferência. "Podemos ter apoio majoritário até 2012".

Seu grupo foi o que mais arrecadou entre os adversários da chamada Proposição 8, de 2008, que define o casamento como sendo a união de um homem e uma mulher. Grandes doadores não estão dispostos a financiar uma nova luta tão logo depois de um fracasso, e uma campanha porta a porta iria demorar muito. Um maior comparecimento na eleição presidencial de 2012, assim como um eleitorado mais jovem, acrescentariam 4 pontos percentuais à margem de vitória, estimou a organização.

Mas grupos menores dizem que a demora irá reduzir o impulso entre os homossexuais e seus aliados, ainda tentando compreender as inesperadas derrotas nas urnas. Eles prometeram ir à forra em 2010, o que coincidiria com as eleições legislativas bienais.

"Se você para esse impulso agora, essa gente não irá necessariamente estar lá em 2012, quando você decidir começar sua campanha de novo", disse John Henning, diretor-executivo da entidade Love Honor Cherish, antes do já esperado anúncio da Equality California.

O grupo de Henning planeja arrecadar mais de 1 milhão de assinaturas em prol da causa, e diz que precisaria de 32 milhões de dólares para a batalha.

O debate na Califórnia reflete uma questão nacional sobre o quão sólida é a oposição ao casamento homossexual. Muitos militantes dizem que a maior convivência com casais do mesmo sexo e garantias de que as igrejas não serão forçadas a casar gays irá convencer uma maioria silenciosa de que todos têm o direito de se casarem com quem quiserem. Mas a maioria dos Estados proíbe explicitamente o casamento homossexual, muitas vezes em decisão tomada por voto


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terça-feira, maio 26, 2009

Plebiscito que proíbe casamento GAY é aceito p/ Corte Suprema da Califórnia(EE.UU)

Confirmada na Califórnia proibição do casamento gay
Ter, 26 Mai, 04h59
SAN FRANCISCO, EUA (AFP) - A Corte Suprema da Califórnia confirmou nesta terça-feira a validade de um plebiscito que torna ilegal o matrimônio entre homossexuais, mas manteve a aceitação jurídica das 18.000 bodas de casais do mesmo sexo realizadas antes da votação popular.

"Embora acredite que algum dia qualquer pessoa ou tribunal reconhecerá o casamento gay, como governador da Califórnia respetarei a decisão da Corte Suprema", disse Arnold Schwarzenegger em comunicado.

O governador considerou "medida correta" o fato de a Corte manter a validade dos matrimônios realizados entre julho e novembro de 2008, quando sentença anterior do máximo tribunal do Estado abriu caminho para que casais do mesmo sexo contraíssem matrimônio e, com isso, adquirissem direitos a pensão por viuvez e a herança.

Ativistas da comunidade homossexual tentaram anular o resultado do referendo realizado em novembro, alegando que a votação foi incentivada por grupos mais conservadores e religiosos. Na ocasião, foi redefinido o casamento na Califórnia (oeste) como união exclusiva entre um homem e uma mulher, o que foi aprovado por mais de 50% dos eleitores.

Os adversários ao referendo - a Proposta 8- consideraram que a consulta significava uma revisão ilegal da Constituição estatal e que os direitos das minorias não podiam ser vulneráveis, submetidos ao voto de maioria simples.

Centenas de pessoas se aglomeraram do lado de fora da Corte Suprema de San Francisco (norte da Califórnia) esperando por mais de uma hora a sentença desta terça-feira.

Um opositor ao casamento homossexual levantava um cartaz que dizia "Gay = Perverso", enquanto defensores do direito homossexual faziam ondear bandeiras multicoloridas identificando a comunidade e com frases como: "Que vergonha!", em protesto contra os líderes conservadores.

Uma das vozes dos opositores ao casamento gay foi a de Ken Starr, o promotor conhecido nos Estados Unidos por ter aberto caminho para o julgamento político de Bill Clinton por acusações relacionadas ao escândalo de Monica Lewinsky no final dos anos 90.

Frances Nicholson, uma das lésbicas que se casaram no ano passado, chamou a sentença de hoje de "terrível".

"É desanimador ver um grupo de pessoas sem um direito que deveria ser válido para todo o mundo. É terrível", lamentou.

"A Califórnia é conhecida por ser um Estado de reflexão vanguardista. Estar num lugar onde se nega um direito à igualdade é muito triste", acrescentou.

"A decisão de hoje representa uma vitória para a democracia e os direitos civis dos clérigos e para os californianos de todo o espectro político que não querem ver-se obrigados, pelo governo, a aprovar o casamento homossexual", disse Brad Dacus, presidente do Instituto de Justiça Pacífica, um grupo conservador que apoiou a Proposta 8.

A aprovação desta terça-feira acontece num momento em que vários outros estados americanos incorporaram leis que permitem o matrimônio entre casais do mesmo sexo.

Maine, Connecticut, Massachusetts, Vermont (noreste) e Iowa (centro) já legalizaram o casamento gay, enquanto New Hampshire e Nova York estudam medidas desse tipo.




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quarta-feira, abril 15, 2009

Governador de N.YORK que legalizar casamento GAY

Governador de N.York quer legalizar casamento gay
Ter, 14 Abr, 08h40
Nova York, 14 abr (EFE).- O governador de Nova York, David Paterson, proporá esta semana ao Senado estadual a legalização do casamento entre homossexuais, com a intenção de que o estado se transforme no quinto nos Estados Unidos a reconhecer esse tipo de união, informou a imprensa local.

"Paterson anunciará na quinta-feira os planos de impulsionar uma lei que legalize os casamentos entre pessoas do mesmo sexo", afirmou hoje a edição digital do "The New York Times" sem identificar as fontes.

O político democrata adiantou seus planos depois que o estado vizinho de Vermont autorizou a união entre pessoas do mesmo sexo na semana passada.

O jornal "The New York Post", que cita fontes legislativas do estado, acrescentou que a proposta retoma outra similar apresentada em 2007 e que acabou fracassando.

Segundo o periódico, a medida não conta com respaldo suficiente no Senado estadual, apesar da maioria democrata na Casa.

A iniciativa "quer dizer que se trata de uma prioridade para o governador", afirmou ao jornal o senador democrata Thomas Duane, um dos maiores defensores no Senado estadual da legalização deste tipo de união.

Duane, o único membro da Câmara que assumiu ser homossexual, revelou ao jornal que tinha sido convidado ao ato de apresentação da lei na quinta-feira. EFE




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quinta-feira, setembro 18, 2008

Referendo americano pesquisa casamento GAY

Brad Pitt doa US$ 100 mi para apoiar casamento gay na Califórnia

2 horas, 8 minutos atrás
LOS ANGELES (AFP) - O ator americano Brad Pitt doou 100 mil dólares para apoiar os partidários do casamento entre homossexuais na Califórnia, diante do referendo que busca proibir estas uniões, revelou nesta quarta-feira o jornal Los Angeles Times.
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Os casamentos entre pessoas do mesmo sexo são legais na Califórnia desde junho, quando entrou em vigor uma decisão da Suprema Corte estadual modificando o código civil, mas os adversários da medida conseguiram reunir as assinaturas necessárias para organizar um referendo sobre o caso.
O referendo, chamado de "Proposta 8", será realizado no dia 4 de novembro, na Califórnia, paralelamente à eleição presidencial americana.
"Ninguém tem direito a negar aos outros seu modo de vida, mesmo que não concorde com ele, porque todos têm o direito de viver a vida que desejam, desde que não prejudiquem o outro. A discriminação não tem lugar nos Estados Unidos, meu voto será pela igualdade e contra a Proposta 8", diz Brad Pitt em um comunicado publicado pelo Los Angeles Times.



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