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terça-feira, outubro 13, 2009

Bancários da CAIXA discutem a greve,HOJE

Por Solange Spigliatti, Agencia Estado, Atualizado: 13/10/2009 8:02

Bancários da Caixa fazem assembleia para discutir greve

Os bancários da Caixa Econômica Federal, em greve há 20 dias, realizam na tarde de hoje mais uma assembleia para discutir a paralisação da categoria. A decisão de manter a greve foi tomada em assembleia realizada na última sexta-feira por bancários do banco federal de São Paulo, Osasco e região, já que não houve avanços nas reivindicações específicas com o banco.

Os bancários reivindicam igualdade de direitos entre funcionários, já que os trabalhadores que ingressaram depois de 1998 têm menos direitos; ampliação das contratações de mais bancários; política de valorização salarial e profissional no Plano de Cargos Comissionados (PCC); reconhecimento pelo cumprimento das metas sociais; Participação nos Lucros e Resultados (PLR) maior, aditiva à regra geral da categoria.

Na sexta-feira passada, foram paralisados 213 locais de trabalho em São Paulo, Osasco e região. Além da assembleia de hoje, a partir das 16 horas, os empregados realizam outra assembleia em frente à agência da Caixa da Avenida Paulista para deliberar sobre a continuidade do movimento.


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sexta-feira, outubro 09, 2009

Fucionários da CAIXA em assembléia,hoje,p/ avaliar a GREVE

Por Solange Spigliatti, Agencia Estado, Atualizado: 9/10/2009 9:32

Funcionários da Caixa em greve fazem assembleia hoje

Os funcionários da Caixa Econômica Federal, ainda em greve por tempo indeterminado, vão realizar às 16 horas de hoje uma assembleia para discutir o rumo da paralisação, segundo informações do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. Os trabalhadores da Caixa foram os únicos a não aceitar a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), na tarde de ontem, por não haver avanços nas questões específicas com a Caixa, de acordo com o sindicato.

Entre as reivindicações dos funcionários da Caixa estão a isonomia de direitos entre funcionários antigos e novos, como o adicional por tempo de serviço e licença-prêmio, valor do tíquete-alimentação para aposentados e respeito pela jornada de seis horas. Além disso, eles pedem uma mudança na política do Plano de Cargos Comissionados (PCC), com a valorização do salário e do processo seletivo interno. Segundo dados do sindicato da categoria, quase 100% dos nove mil funcionários, entre as mais de 300 agências da Caixa, continuam paralisados, entrando nesta sexta no 16º dia de greve.


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quinta-feira, outubro 08, 2009

Bancos fazem proposta aos bancários, que levariam ao fim da greve (? ! ? ! )

Por AE, Agencia Estado, Atualizado: 8/10/2009 7:53

Proposta dos bancos pode encerrar greve dos bancários

Depois de duas semanas de greve, as negociações entre a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e representantes dos bancários foram retomadas ontem à noite. A Fenaban apresentou uma proposta ao Comando Nacional dos Bancários que prevê aumento real de salários e mudanças no adicional à Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e pode encerrar a paralisação.

De acordo com o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, a proposta prevê reajuste salarial de 6%, o que representa 1,5% de aumento real. Apesar de os banqueiros quererem inicialmente reduzir a distribuição de PLR a 4% do lucro líquido, os bancários conseguiram manter o teto de distribuição em 15% e evitar uma redução em relação ao que foi pago no ano passado. O pagamento será feito independentemente da variação do lucro. Outro avanço foi em relação à licença-maternidade, ampliada para seis meses.

O Comando Nacional considerou que houve avanços e vai recomendar a aprovação da proposta nas assembleias dos bancários de bancos privados que se realizam hoje no País. Ainda haverá negociações com Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Nossa Caixa em questões específicas. "Não tem a menor possibilidade de encerrar a greve sem aumento real de salário e com redução de PLR", dizia o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), Carlos Cordeiro, antes da reunião. Segundo a Contraf, a greve manteve fechadas ontem mais de 7 mil das 20 mil agências no País.

O Sindicato dos Bancários de São Paulo fez ontem um ato de protesto em frente à BM&FBovespa, enquanto o presidente do Grupo Santander no Brasil, Fábio Barbosa, participava da estreia das ações do banco no mercado de capitais brasileiro. O Santander anunciou que vai abrir 600 agências no País nos próximos quatro anos e competir com a Caixa Econômica Federal no crédito imobiliário. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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quarta-feira, março 18, 2009

Justiça mantém demissões na EMBRAER mas julga cortes ABUSIVOS

Justiça mantém demissões na Embraer mas julga cortes abusivos

SÃO PAULO (Reuters) - O Tribunal Regional do Trabalho de Campinas (SP) manteve, em julgamento nesta quarta-feira, as demissões de trabalhadores realizadas pela Embraer, mas considerou os cortes abusivos, por falta de negociação prévia da fabricante de aeronaves com o sindicato.
A Justiça do trabalho também impôs à Embraer o pagamento de indenização extra aos demitidos. Pela sentença, a Embraer terá de pagar mais dois avisos prévios a cada empregado demitido, limitando o pagamento a 7 mil reais.
Também deverá garantir o plano de assistência médica por 12 meses, a contar de 13 de março, data do fim da liminar que suspendia as demissões.
O julgamento acontece após duas audiências de conciliação conduzidas pelo TRT, em que não houve acordo entre a Embraer e o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP), sede da empresa. As duas medidas impostas à Embraer já haviam sido propostas pela empresa nestas audiências, mas não foram aceitas pelos trabalhadores.
O sindicato informou que vai recorrer ao Tribunal Superior do Trabalho "por acreditar que no julgamento não foi considerada a nulidade das demissões, que era o objeto de fato da ação".
O julgamento, com a presença de nove desembargadores, foi acompanhado na plateia por cerca de 150 trabalhadores demitidos.
As demissões, anunciadas em 19 de fevereiro, atingiram 4.200 trabalhadores, o correspondente a 20 por cento dos empregados da fabricante de aeronaves, uma das maiores do mundo. A empresa alegou redução de encomendas em função da crise financeira global.
Foi a maior demissão em massa de uma companhia brasileira desde o agravamento da crise financeira global, em setembro passado. O corte teve impacto no desempenho do emprego das indústrias paulistas de fevereiro, que fechou o mês com 43 mil postos de trabalho a menos.
(Reportagem de Carmen Munari)


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terça-feira, novembro 04, 2008

Presidente do STF critica greve de policiais ! ! !

Agencia Estado - 3/11/2008 19:10

Mendes critica greve de 'poder armado' da polícia em SP

O ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou hoje um duro recado a policiais civis de São Paulo que estão em greve há cerca de 50 dias. "Temos que pensar novas formas de protesto. Eu tenho certeza de que não pode haver greve de poder armado. Acho que o texto constitucional não é compatível com esse tipo de situação", alertou Mendes, que participou do seminário Democracia e Estado de Direito: o Judiciário em foco, na sede do Instituto dos Advogados de São Paulo.

O ministro recomendou aos policiais grevistas que deponham suas armas imediatamente. "Eu estou convencido de que um poder ou um grupo armado não pode fazer greve nessa condição. Teria que depor as armas, no mínimo teria que depor por completo as armas. Então, nós temos que fazer um novo aprendizado em relação a isso. Eu não tenho respostas, eu tenho perguntas."

Sobre a saída para neutralizar movimentos desse tipo envolvendo categorias da polícia, o ministro declarou: "É uma questão que terá que ser discutida no Congresso e certamente o Judiciário terá que se pronunciar oportunamente sobre isso. Enquanto não houver lei, saber se de fato é legítima a greve de um poder armado."

Mendes anotou que não se refere exclusivamente à polícia, mas também a outras classes, como a dos juízes. "Uma vez discuti em Portugal greve do Judiciário, que também é um poder, embora não armado, mas um poder soberano. Daí a minha pergunta: é possível um poder com manifesta soberania fazer greve? Os senhores imaginam a greve do Poder Legislativo? No caso da polícia há outros componentes, como os senhores viram, inclusive para a ordem pública. Um órgão incumbido de manter a ordem, passa na verdade a ser um elemento de eventual perturbação", disse. "Temos que avançar no que concerne à greve no serviço público em geral, especialmente nos serviços essenciais", insistiu o presidente do STF.

"Em relação a greves de entes ou de pessoas que encarnam parte do poder de soberania, juiz, promotor e polícia, que tem ainda um adendo porque exerce esse poder armado, devemos ser redobradamente cautelosos. É claro, pode haver protesto, é legítimo o protesto, mas temos que evoluir para um outro padrão civilizatório aqui", afirmou Mendes.



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